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O Rio miliciano

O Brasil possui muitas capitais ou cidades de belezas monumentais, mas transas nada decentes e grupos preparados para o crime organizado. O caso do Rio de Janeiro é exemplar.Perdeu o charme, depois de tantos roubos feitos nos cofres do Estado. O inesquecível Sérgio Cabral continua nas manchetes. Ganhou destaque, está preso, faz tempo, porém é um assaltante de dotes fabulosos e de seguidores espertos. Sobram Benedita e Leonel. As milícias ocupam espaços. não só nos morros, sobem palácios, esnobam em todas as recepções ditas finas. Temem alguma coisa?

Não esqueça da polêmica família Bolsonaro. Jair é graciosos, gosta do vírus e engana com facilidade. Ensinou para todos suas idas e vindas e criou filhos para o ódio e negação da dignidade. Em Brasília, empurram escândalos, se dizem inocentes, gritam como antigos senhores capitães do mato. Sente-se o descaso com o dinheiro público.Não se cansam de mentir, de correr paras as cavernas do cinismo e desenhar quadros celebrativos das desigualdades. São íntimos das astúcias palacianas, amigos de discursos evangélicos, cultivam preconceitos.

Tudo espantoso. O país numa corda bamba. Não faltam pastores milionários e milagres de salvação. Muitos acompanham Malafaia, Everaldo, Edir soltos para imaginar magistrais golpes.A política vive naufrágios contínuos e não se sabe quando haverá respiração para segurar a honestidades. Os condenados enchem prisões e fazem amizades. Muitos assassinatos, inocentes mortos, polícia expandindo a corrupção e conservadorismos que afirmam desditas do passado.

Lamenta-se que a Cidade Maravilhosa decline assustadoramente. As falcatruas se espalham e vão de Norte ao Sul.Existe saída ou as eleições formam quadros de especialistas em propagandas danosas? O Brasil mantém intrigas e pouco liga para sacudir fora a miséria,pois os governos se viciaram na negação constante, num populismo totalmente desfigurado.As quedas preparam um violência incessante e desespero para quem cultiva a fraternidade. Há uma cansaço de alguns e uma dança perversa de outros. O peso é grande e a mediocridade dói.

Não estranhe o mundo

Seria agradável viver , num mundo, de passagens quietas e bons companheiros. Vizinhos solidários e muita vontade de conversar sobre a vida. Não temer sentimentos, curtir alegrias e pensar que o trabalho é uma invenção que nos faz produzir culturas.Talvez, esteja imaginando um paraíso. Mas ele não existe. Por que ficar sempre no tédio ou programar armadilhas para os outros? A inquietude dignifica e salva, a inércia estimula ingenuidades perigosas. Provocar aciona ânimos. Decida-se.

Nada é recente. Desde os tempos mais remotos as vinganças se espalhavam, lágrimas corriam, tristeza buscavam brechas. A violência não é criação da modernidade. Há sofisticações de intrigas que são silenciosas.Sabem de segredos, conhecem seus fazeres entortam signos arcaicos. A tensão está no cotidiano.Como a história suporta tantas dissidências? Há gênios do mal. Pouco dominamos do ir e vir da sociedade. Não é incomum sustos, escândalos, hipocrisias. As perplexidades não se cansam de sacudir o mundo e trazer pesadelos extravagantes. Acorde, afirme sua imagem!

Surgem as dúvidas.Quem fabricou o ser humano? Por que ele anima festas e , ao mesmo, exerce crueldades? Muitos mistérios e desenganos, porém há buscas para suavizar as brutalidades. Sossego absoluto é apenas uma utopia. Se a tragédia acontece, o desespero intimida e os fugitivos se agridem. O que fazer? Grandes teorias germinam, apontam soluções. No entanto, os fascismo cantam louvores e as religiões se confundem com tramas negativas. Não há vacinas divinas e sim ofícios científicos cheios de equações. Já leu Camus?

Difícil não deixar de resistir. As decepções destroem desejos e empurram frustrações para a beira do abismo. A malícia não se esconde, ocupa lugares privilegiados. Acusam alguns, elegem outros. A sociedade se mistura com falências e abandonos. A lucidez se encontra tonta, com tantas formas de manipular a vida. Conto a história e é preciso contá-la. Conhecer espaços, aventuras, se desfazer dos labirintos. Muito malabarismo. Saudações para quem acredita na mudança e expulsa o lixo das artimanhas políticas. O diálogo não pode desaparecer. Pergunte a Kundera se a ficção é azul e serena

Moradias das amarguras

A vida atravessa muitas encruzilhadas. Não é possível senti-las plenamente. Mas cada uma cresce, definha, se desfaz, aumenta seus desejos. Definir a vida é apenas uma brincadeira ou um malabarismo.Estamos sempre buscando figuras, extravagâncias e o mundo anda com força. As mudanças provocam perplexidades. No entanto, restam práticas danosas e as amarguras deixam estragos.

E o sustos? As manchetes carregadas de violências? Observaram como se comportam as amizades de Jair e família? Inacreditável. A história segue, as pedras estão nos caminhos e as ameaças não são poucas. Há quem curta o perigo ou entre no campo da indignidade. As falsidades não se calam e as utopias adoecem,É preciso respirar fundo e não se encantar com os salvadores da pátria.Messianismo debochado.

Flordelis mostrou que não há limite. Ainda sorrir e agita o nome de deus. Possui uma gigantesca astúcia para o mal. Difícil explicar, porém intimida e desespera.O grupo do ódio é cruel. Traz mazelas, consegue atrair desenganados. Histórias que derrubam esperanças e criam moradias infernais. O cotidiano se enche de opiniões e as notícias se espalham como mercadorias. Os agentes da desigualdade conseguem espaços e se infiltram como representantes de uma sociedade apodrecida. Lixo e luxo.

Lamentamos. A divisão é grande e as intrigas não cessam. Haverá um mundo digno , sem amarguras? Navegamos.Perguntas, ondas fortes, milícias, crianças perdidas, refugiados aflitos. Cada estrada tem sua largura. Freud denunciou o mal estar. Sartre alertou para as armadilhas. As explorações se firmam e o vírus é um fenômeno. Dá medo, surpreende, isola. Quem não quer voar e abraçar o azul? O espanto fecha os olhos, esquece que as lágrimas não se ausentam.

O sonho e o tempo

no tempo que transforma cada desejo

há distâncias de retirantes anônimos

e fantasias remontadas por acaso

não julgue, nem se julgue, olhe e escute os outros

a terra gira, o tédio se ornamenta, o mendigo suplica

os medos permanecem atiçando o juízo final

nada diz a história que sumiu lentamente

a esperança voa com o sonho e o beija-flor

pinte de azul sua tristeza e vista a última roupa de Picasso

não chegue, parta sempre sentindo a paixão de uma estrela

Não se agonie com a saudade

Faltam o começo e o fim. Ou ninguém sabe se eles se escondem em algum labirinto? Contam-se muitas histórias.Elas perdem-se, mas buscam resolver angústias. O que fazemos por aqui? Existem fadas e duendes? Caim foi mesmo o autor da morte da Abel? As histórias buscam respostas, caem em fantasias, revelam fraquezas de deuses. Soltam-se pelo mundo, sacodem conversas, trazem boatos que arrasam dignidades e deixam o rei nu. As relações entre as pessoas sofrem abalos, mas surgem amores inesperados.Tudo acontece. A terra se diverte e se acende.

Chega a saudade que anuncia que alguém se vai. Toca no coração. Para que partir e desfigurar a emoção? Porém, as paixões nem sempre se renovam, a vida é acaso, os sentimentos não possuem regras. Amo quem se casou com o ritmo dos meus encontros. Se há uma quebra, o tropeço se estende e a saudade inventa suas dores.Imaginações se espalham e incertezas provocam desejos inesperados. Um dia a casa se desmorona e as fugas deixam o passado e enfrentam o presente. O tempo é tempestade.

No entanto, não eternize a saudade, nem considere o amor um símbolo de algo inesquecível.Tudo passa, a dor se mascara, a beleza envelhece, alguém repete um adeus..Por isso, se localiza o começo em muitos sentimentos, porém o fim é enigma. As profecias são ditas para os malabarismos dos desencantos. Quem sabe se o futuro não matará o vírus que sepultou o abraço? Sinto falta das coisas e saudade de quem se foi. Há entrelaçamentos que explicam as partidas e vazios que transtornam esperas inúteis.

Não adianta escrever certezas.Elas se misturam. Não adianta amar para segura os sofrimentos. A vida não promete nada. A sociedade não se escraviza em linearidades. Aposte que na esquina existe um mistério, Não se engane com quem se envolve com populismos. Respire quando a saudade se firmar. Um dia, ela enfraquece. Há recomeços, há diferenças, há histórias das mil e uma noites. O azul pode está nas suas mãos. Ele tem a cor da saudades que você jogou fora, para embarcar no navio de Ulisses. Cuidado com as sereias e os monstros sem nome. Adeus.

O movimento dos corpos

Os atropelos da sociedades estão entranhados no seu cotidiano. Não há como apagar a complexidade. A humanidade tropeça com seu projeto de dominação. Sente-se que existem desconfianças constantes e grupos voltados para celebrar privilégios.A desigualdade acompanha a história e deixa perguntas que ferem. Não esqueçam as teorias científicas, as religiões, as metafísicas. Muita coisa pensada, mas as intrigas não se vão e as egolatrias seguem firmes orientando suas falcatruas. Fecham-se sinais que, antes, atiçava iluministas.

As tecnologias planejam submeter à natureza, poluindo. Criam-se hierarquias técnicas. Os valores sofrem danos com a concentração de riqueza. Não se pode negar que disfarces são manipulados e os abismos cercam a sociedade. Portanto, as escravidões permanecem e elas assustam. Os corpos inquietam e inventam-se formas de oprimi-los.O reino das mercadoria é poderoso e vigia quem busca leveza e fraternidade. Antipatiza com o afeto e alicia os ambiciosos. O labirinto da ferocidade manobra com o animal racional, feito à imagem e à semelhança de deus

A história tem lugares e tempos.Está difícil entender como eles se movem. As psicopatias não cessam de se renovarem. O medo não se vai e a indústria promete milagres. Vende a felicidade em comprimidos. O desmanche não é momentâneo. Desde as primeiras culturas, há armadilhas. Intimidações desfazem leis que poderiam reencontrar estradas de luzes e paz. Somos animais, temos garras invisíveis, reproduzimos violências. As brechas são mínimas e o desamparo se infiltra em cada solidão. Imagine a grande cidade na escuridão de seus becos, na miséria destrutiva de seus charlatões.

Há grupos que justificam apodrecimentos que subordinam boa parte da sociedade. Por isso, é importante medir os enganos, analisar as falsidades. O movimento do ritmo é frequente, porém não dança com a harmonia dos ventos. A capacidade de refazer, nem sempre significa retomar culturas que abracem a natureza.Não é toa que os vírus se propaguem, que a esperança esteja encarcerada. Prometeu desafiou os deuses. Não há rebeldias que o lembrem? O cartão de crédito é o espelhos e os bancos os templos.As ousadias se combinam com torpezas. Prometeu talvez se esconda dos que vivem anulando.a subjetividade que diz não aos estupradores e mascarados das milícias.

Preconceitos trazem falsidades e perversões

Surpresas são constantes no território das relações humanas. Mas a agressividade choca e vem muitas vezes encobertas de hipocrisias. Não dá para esquecer que ela se repete. Para que afirmar que o progresso acontece? Por que se usar a religião para se mostrar generosidade? O cotidiano não cessa de ser cena de comportamentos obscuros. A sociedade ainda acolhe preconceitos de forma fanático. Deixa de lado a fraternidade e atiça a violência, inunda a ingenuidade com sagacidades desalmadas.

Tudo isso é comum.Enche o noticiário, descreve maldades, transformam as possibilidade de renovar o mundo. A pedofilia persiste, se infiltra nas famílias. Recebe perdões de vozes oficiais, ganham apoios de políticos, multiplica um cinismo venenoso. As crianças ser festivas, abraçadas nas brincadeiras. Terminam sendo vítimas de adultos contaminados pelas pulsões de morte. Há uma plateia que segura a aceitação de crueldades e fabrica ferocidades de hienas.

A história numa luta de valores. Julga uma criança assassina depois de tantas maldades? Fazer coro na porta de hospital? Representar religiões dominadas por lideranças perturbados? Acontecimentos que inquietam e minam valores de dignidade. Não faltam escândalos. Parece esquisito, mas dor toca e assinala as ambiguidades tão permanentes. Qual é estrada vazia de armadilhas, sem pedras pontiagudas? O sonho é um engano? A queda é um acidente? A vida corre com desencontros assustadores, Oprime-se e nem se olha no espelho.

Denunciar sempre, retirar as tiranias dos mascarados. A história busca se redimir, no entanto a passado que voltam e celebram violências. O historiador se perde com as perplexidades. As regras se misturam, o tempo se desencontram com as esperanças. Sente abalos, durezas, coletivos miliciano. Nada compactuar com justificadas simuladas em nome de autoridade divinas. As religiões envolvem-se com misérias que ferem o encanto e destroem o corpo humano. A arquitetam templos com escorpiões espertos.

A carta da magia divina

Para quem acredita que Deus não era um arquiteto dominado pelo concreto vai uma mensagem. Deus era poeta, seguidor das palavras mágicas. O verbo venho antes de tudo. Traçava geometrias que deslumbravam Deus. O mundo criou-se na fala infinita do divino.Cada coisa no seu lugar e tempo voando como pássaro colorido. Muito encanto que parecia inabalável. Mal sabia Deus que demônios provocariam destruições. O mundo se agitava com as forças do mal e as palavras adoeciam. O descompasso vendia a desigualdade e o lixo.

O paraíso sentiu que as serpentes exibiam poderes exóticos. Adão e Eva se mostravam ingênuos, não aproveitaram as perfeições e mergulharam na incompletude.Pecaram. Desmancharam a uniformidade da criação. A culpa se expandiu com a história de seus descendentes. O mundo se transformou numa multiplicidade assustadora de estratégias e desenganos. Arcanjos buscaram impedir as ações diabólicas. O mal. porém, ambicionava espaços e armava escorregões para esvaziar a magia. A dúvida intimidava a Lucidez.

Assim, a história se construiu e as revoltas não fecharam a maldade. Os arcanjos se cansaram, não derrotaram as ousadias de quem seca as palavras e apaga a memória da fundação. O paraíso se desfez, Caim matou Abel e pandemias se apresentaram para perturbar as possibilidade de não magoar Deus. O mundo feito olhava o futuro, queria utopias e encontrava guerras. As palavras se fragilizavam nas traquinagens de poderes avassaladores. Deus se sentia solitário, temia que sua criação desmoronasse. Talvez, vivesse um conto de fadas e o mundo nada tivesse de eternidade.

Muitas religiões andaram cantando orações, mas se misturavam com as políticas dos que se ligavam no império. Por que a salvação não se sustentava?A violência não cedia lugar para a paz. Existiam harmonias passageiras e localizadas. A história se repete em tropeços e simula novidades Há quem desenhe sonhos. Nem tudo é tédio. O mundo é instável, não se encontra com o sossego. Por isso, muitos assumem a perplexidade.Registram desfazeres, não desfrutam da magia. Dizem que um juízo final ajustará o mundo. E Deus é julgado por filosofias e ateus anunciam a permanência de uma sinfonia inacabada. Triste história, com ritmos confusos.

A sensibilidade busca saída

O mundo das mercadoria ganha espaços imensos.Atrai ambições genocidas e multiplica as astúcias da grana. Coisificação. Valem os cálculos, as quedas nas bolsas, as consultas médicas apenas com exames.Não se sente e se mascar a lágrima e o riso .Elegem-se contabilidades especializadas. A vida se esconde na sua quietude que não atiça e máquinas rapidamente tomam lugares importantes. Com quem conversar? O abraço cai no abismo ? A carência se estende e se disfarças nos comprimidos que moram nas farmácias das esquinas, cheias de ansiosos.

A ciência se assume no mundo das mercadorias. É um foco de intrigas inexplicáveis. Conhecer com frieza, não perder tempos, sofrimentos desviados, para não animar o humano, ser recravo de fórmulas atraem muita gente .A objetividade se contrapõe às ameaças de rebeldia. A imaginação se envolve com o pragmatismo.Ver o outro tornou- se uma distração sem impulsos saudáveis. Não se olha nos olhos, prefere-se medir as obras de concretos, mudar a arte e encerrá-las em galerias. Será que poder haver uma prisão ambulante? Delivery. Morte à ousadia de quem transgride para reunir sonhos e trocar invenções por bipolaridades sem receitas.

A disputa é grande. Reservam-se viveiros de bactérias, na espera de guerras avassaladoras, soltam-se vírus, desfazem as solidariedades culturais. A propriedade privada consagra o capitalismo, remonta conceitos de utilitarismo e cega as estrela da noite. Para que deixar o coração tocar? O importante é acumular sem ter medo dos outros, dizem alguns. A pulsão de morte assusta, empurra para o pesadelo e joga com o desejo para que ele se negue e obscureça a criação. Assim, a globalização se fez e se mantem. O futuro possui desenhos assistemáticos. Resta não achar que a caverna se fechou, quem sabe a história encontre fadas e duende.

Desfazer o bom governo

Há momentos na história que a sociedade desanda. Criam-se conflitos, aparecem oportunistas, surgem especulações para concentrar a grana e aumentar a desigualdade. Significam momentos tensos e fatalmente violentos.O mau governo se torna uma doença. Não faltam alianças políticas mesquinhas e burlas nos negócios públicos. Não é raro o desgoverno que se agudiza com planejamentos feitos para o luxo de poucos e a miséria da maioria. A história se livrou da harmonia ou do ideal de paraíso. As contradições permanecem arruinando,às vezes, sutilmente, trazendo o inferno para o planeta terra.

A história do Brasil está repleta de contrapontos e de aliciamentos.Quem não se lembra que fomos colonizados e perdemos a autonomia até hoje? A escravidão ainda é comum, com seu disfarces. Paga-se o mínimo, para explorar o máximo. As ruas se enchem de crianças que tomam conta de carros, para tentar alguma coisa. As artimanhas capitalista são frequentes se renovam. Analise a intromissão dos países mais poderosos. Os Estados Unidos não perdem sua volúpia e promovem saques mascarados em ajudas generosas.

O bom governo exige fraternidade. Mas os comportamentos fascistas empurram a censura e as milícias. O autoritarismo nunca abandonou as tramas que marcaram nossas organizações políticas. Há brechas, algumas medidas que sacodem os mais solidários. Não se engane.As manobras colonizadoras persistem. O mundo se despedaça inventando vitrines que alojam mentiras. As revoluções ameaçam, porém existem idas e vindas. Quem não se recorda de Stalin, Franco, Pinochet, Salazar?

As relações sociais se esfarrapam com as manipulações que vendem ingenuidades. A fraternidade não chegou, passa por perto de alguns. Passamos um longo sendo oprimidos por Portugal. As ditaduras militares não evitaram as corrupções.Jair debocha, pois nada sabe sobre o bom governo. Estamos cercados, minados pelo chamado crime organizado.A sociedade tonta não consegue segurar sonhos. Vemos buracos multiplicados e desencontros que simulam um possível bem estar. O sinal fechado alimenta tropeços e desvios frios e mortais.