Os infinitos e as buscas

          Há escritas que  descrevem horizontes e reafirmam o infinito.

                      Elas não buscam identidades fixas, mas navegar pelo desconhecido.

                            A ameaça da mesmice corta a invenção e refaz o poder da mercadoria.

                                      Não existem soberanias definitivas, nem tampouco decadências finalizadas,

                                 a história flutua e dialoga com o possível, retoma tempos e ilusões.

                  Não há medida para anunciar sentidos e precisar julgamentos.

                                        No meio de tantas incertezas, a vadio não deixa as sombras se firmarem e

                                      somos adivinhos, sem desprezar o precários e anular o efêmero.

                                               O corpo se estica para enganar a morte e redesenhar o sono sem pesadelos.

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