A escassez do sentimento

Imagine um mundo sem deuses, anjos, demônios, mitos e

sinta a morte da fantasia, o flutuar da objetividade vazia.

As mentiras e as verdades se confundem nas fronteiras frágeis do azul.

Conte os desperdícios da razão e despreze o fogo  assassino das armas,

e caminhe na estrada que fugiu do sangue inútil da conversa sem fim.

Não há tempo definido, nem juízo final no horizonte das estrelas vermelhas.

Os corpos caem como acasos perdidos e tristezas inventadas para mascarar o cinismo.

A história da cada mão está cheio de afetos e barbáries, mas ruínas são os espelhos do mundo,

e a vida prossegue nos espaços da melancolia e nas distrações das dores surpreendentes.

Os enganos se abraçam com as esfinges, sem respostas para fechar a porta do desespero.

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