A nomeação do mundo e da história

Se as palavras formam e desenham o mundo,

a grafia dos nomes inauguram  significados e aventuras.

A linguagem da cultura é a linguagem da vida,

não existe mudez absoluta, nem ruídos  que desfaçam corpos desvalidos.

Na cartografia do tempo, as invenções têm ritmos desiguais,

não existe harmomia entre os sentimentos habitantes do desfigurado.

A criação de cada Deus é a profecia de um anjo entontecido.

A história não se encerra na estranheza das cavernas,

nem na luz que Platão desconhecia.

Ela adormece na incerteza da rebeldia permanente e desmantelada.

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