A ocultação da palavra flutuante

Poderia refazer o mundo na escrita do que não foi dito,

mas as palavras não se aquietam, buscam significados.

O efêmero é relativo, como a eternidade é uma extravagância.

Há no sentimento uma síntese da vida que se faz história

e atravessa o tempo com se não houvesse ameaças e nem mortes.

Oculta-se cada dor com a improvisão da fuga e do sonho.

O mundo risca fronteiras para sustentar os desesperos e

simular encontros fragmentados e flutuantes.

Veste-se do engano, para olhar a mentira e romper o limite.

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