A política ensina o utilitarismo?

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Ninguém vive numa caixa sem comunicação. Há muitas trocas e seduções. A corrida pelo poder é cheia de manipulações. Quem pensou que a política seria o espelho da ética se enganou. Numa sociedade capitalista, o negócio ganha espaços constantes. Os valores se misturam e o imediato se apresenta com soluções gratificantes. Nas eleições, buscam-se votos. Os partidos demonstram sede, mesmo que a água esteja contaminada. As alianças são feitas, a memória é deletada. Depois, surgem as acusações, os desgoverno, a falta de compromisso. Perplexidades.

As lamúrias são grandes. A razão se perde nos argumentos mais estranhos. Acontecem os choques, as intrigas, os ruídos. Muita emoção, raivas, frustrações. A política traz o que a sociedade vive. Muita competição, medo das manobras e garantias de cargos. Não poderia ser diferente. Somos senhores de incompletudes e não senhores de onipotências. Portanto, a perfeição mora longe e a sacanagem assume lugares. Não me surpreende que o cinismo se espalhe com exceções visíveis. A crise se instala e as verdades desfilam. O que é útil?

A história não é  homogênea. Lembrem-se das Cruzadas, das disputas da burguesia com a nobreza, da miséria existente nas colônias. A concentração de riquezas não é exclusividade do capitalismo. Ele acelera certas práticas, passa por cima das rebeldias, ensaia milagres. Para isso, existem publicidades e venda de ilusões. As promessas simulam paraísos. Observe o que o Mussolini prometeu aos italianos. entenda o jogo de Cunha, Renan, Sarney e muitos outros. A sociedade grita, em alguns momentos, porém se retraí em outros.

Hoje, as pesquisa eleitorais são feitiços. Elas ajudam aos partidos e possuem vozes nas redes sociais. Recebe atenção de certos oportunistas que se especializam em brincar com as profecias. É uma ausência de transparência vestida de simpatias e presença na mídia de forma insistente. Epidemias de pactos e pasto. Nem tudo se resume às vitórias dos espertos. a luta atiça desconfianças, o sorriso fácil é uma arma e não, um afeto. Estamos no auge desses conflitos. É uma aprendizagem, com muitas pedras e rupturas no meio do caminho. Um sinal de alerta: a política é tensa.

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1 Comment »

 
  • claudio ferrario disse:

    domingo eu aguardo algumas astúcias, que desmontam as astúcias de alguns astuciosos. marque-me sempre, amigo velho. abs.

 

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