A sensibilidade busca saída

O mundo das mercadoria ganha espaços imensos.Atrai ambições genocidas e multiplica as astúcias da grana. Coisificação. Valem os cálculos, as quedas nas bolsas, as consultas médicas apenas com exames.Não se sente e se mascar a lágrima e o riso .Elegem-se contabilidades especializadas. A vida se esconde na sua quietude que não atiça e máquinas rapidamente tomam lugares importantes. Com quem conversar? O abraço cai no abismo ? A carência se estende e se disfarças nos comprimidos que moram nas farmácias das esquinas, cheias de ansiosos.

A ciência se assume no mundo das mercadorias. É um foco de intrigas inexplicáveis. Conhecer com frieza, não perder tempos, sofrimentos desviados, para não animar o humano, ser recravo de fórmulas atraem muita gente .A objetividade se contrapõe às ameaças de rebeldia. A imaginação se envolve com o pragmatismo.Ver o outro tornou- se uma distração sem impulsos saudáveis. Não se olha nos olhos, prefere-se medir as obras de concretos, mudar a arte e encerrá-las em galerias. Será que poder haver uma prisão ambulante? Delivery. Morte à ousadia de quem transgride para reunir sonhos e trocar invenções por bipolaridades sem receitas.

A disputa é grande. Reservam-se viveiros de bactérias, na espera de guerras avassaladoras, soltam-se vírus, desfazem as solidariedades culturais. A propriedade privada consagra o capitalismo, remonta conceitos de utilitarismo e cega as estrela da noite. Para que deixar o coração tocar? O importante é acumular sem ter medo dos outros, dizem alguns. A pulsão de morte assusta, empurra para o pesadelo e joga com o desejo para que ele se negue e obscureça a criação. Assim, a globalização se fez e se mantem. O futuro possui desenhos assistemáticos. Resta não achar que a caverna se fechou, quem sabe a história encontre fadas e duende.

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