As escritas da política e as escritas do mundo

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O domínio sobre o que está escrito é polêmico. A história namora com o acaso. Criam-se expectativas que morrem antes de qualquer suspiro. A política é campo de incertezas. Aparecem figuras obscuras que seduzem. Outras acertam pacto democráticos, mas não conseguem superar. Portanto, o voto é turbulento. As viradas surgem, porém não estamos livres das frustrações. Sempre gosto de viver esses momentos sem muitas agitações. Faço uma visita ao meu coração, reviso memórias, visito esconderijos. Assalto-me, para sentir como andam as batidas das emoções.

Tenho minha torcida. Não sou amigo da neutralidade. Não uso argumentos cheios de racionalismos. Curtir plateias faz parte do espetáculo Não custa duvidar, pintar quadros internos e saber que a vida continua. A solidão dói, pode afugentar pessoas, mas é bom se escutar. A escrita do mundo não está terminada. As relações de poder se vestem de roupas estanhas. É difícil tomar conta das profecias. Tenha cuidado com suas vaidades e não feche os olhos para lucidez. O egoísmo é mesquinho e reforça seu lado narcísico. A vaidade esconde aparentes coragens.

Queremos vitória, o medo nos toca, o acaso não é brincadeira. As tragédias gregas trazem reflexões profundas sobre a dignidade humana. Choramos tristezas, nos assustamos com ruídos e a balança da justiça não consegue se equilibrar. Sociedade com muitos especialistas,  se mexe com  trocas e interesses. O mercado parece um monstro e a tecnologia salva e mata vida. Tempos de devaneios, tempos de desencontros. Não há aquele ponto final definido. As interrogações ganham espaços e formas nada decifráveis. Daí, os pesadelos da desilusão.

Jair ganhou como apontou as pesquisas, A euforia antipetista delira. Restam muitas responsabilidades. A sociedade concretizou suas escolhas, espero que a lucidez que traga frutos. Desconfio do programa e da ação golpista que toma conta da história recente. O mundo se volta em busca de censuras, opressões, como se algo faltasse, algo grave e mesquinho. Agora, é não ficar na torcida do quanto pior melhor, mas retomar forças, ser crítico e não contemplar a barca que navega sem rumo. A política segue, a eleição não é tudo. Vale uma reflexão e um olhar firme para o futuro.

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