As escritas silenciosas da solidão

Não há ruído que revele a magia da cada criação.

O mundo se inventa no silêncio escondido das escritas

e desfazendo imagens desenhadas nos cantos dos espelhos.

As geometrias da vida não possuem pertencimentos fixos,

nem adivinhações nas suas travessias curvas e repetitivas.

Nem sempre cabem leituras nos significados mais antigos,

nem nos tempos que aprisionam a solidão e intimidam os encantos.

Narram-se histórias descompromissadas para enganar os destinos e

misturas as gratuidades dos fingimentos e das dores.

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