As ressacas da política: a conversa difícil

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Nada de novo no pedaço das tantas querelas políticas. Houve épocas de acirramentos e de debates não pacíficos. Gurras e perseguições. Hoje, as relações voltaram, porém, a esquentar. É complexo estabelecer uma conversa, quando se trata das medidas políticas. Há uma cegueira generalizada. As raivas e os argumentos pesados substituem a lucidez. Todos se armam. É lamentável, mas os muros são fortes. a intolerância continua fazendo vítimas, apagando cores e acedendo delírios. Portanto, o tama sacudiu famílias e ameaça a confraternização natalina. Alguns tinham ficado em cima do muro e se revelam amigo do autoritarismo. Cruz credo.

É cruel a demolição dos valores. Quando o diálogo não flutua, a violência expande sua ação. Perdas de afetos, multiplicação de ódios e crença em messias. Celebra-se que existirá transformações, porém os nomeados também possuem fichas nada exemplares. O PT exagerou e poderia trazer socialização de benefícios. Ficou emparedado. Seria ótimos que tudo isso fosse superado. No entanto, a repetição não se justifica. O pior é que os aplausos dos fanáticos se consolida. O discurso do divino se torna escatológica. Deus está com agenda cheia.

Pensei que o novo governo apostaria em desafios, para eliminar aquelo que chamam de herança maldita. A história do Brasil está cheio de desencontros. Cada presidente reafirma expectativas, denuncia, mas quando assume o poder cai no pântano. A mídia já começou a criar discursos de arrependimentos. As ironias se sucedem. A luta política se faz com diferenças, sem a preparação de armadilhas assassinas. engano geral.Destruir antigas relações afetivas, para segurar mentiras inquietas, mete medo, virou deboche para os mais recalcados.

Não sei. A necessidade de ordem é um anúncio que ocupa jornais. Lá se foram os cubanos, os Estados Unidos simpatizam com Jair e o liberalismo promete era de riquezas. Jair seria o grande líder? Um populismo se instala como azares e sortes de outros tempos? A religião e a política curtem uma mistura e tudo parece um templo de orações renovadas para se adaptar aos progressos do momento. Espantos e milagres. A memória se cansa de avisar que o passado existe, que a política é relação de poder, que as ditaduras gostam de homogeneidade. Que fazer? Os cristão estão perplexos, elegem profeta. se escondem em leituras fanatasiosas.

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