Archive for the ‘sem categoria’ Category

As intrigas agitam os ritmos do mundo da bola

A competição faz ferver os  ânimos. Não somente os clubes mostram suas rivalidades. As dificuldades na profissão puxa invejas, traz frustrações. Muitos times se prejudicam, porque a questão do salário incomoda. Há os jogadores especiais e os que ficam fora dos privilégios. Vivemos numa sociedade alimentada por hierarquias e desigualdades. Seria posível pensar uma democracia no terrreno do futebol […]

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Os perfumes do Brasileirão:inquietações da vida

O Brasileirão é um campo aberto de experiências e de surpresas. Quando se diz que o jogo faz parte da vida, muita gente corre para criticar. A cultura não cessa de trazer novidades e não, apenas, nas reflexões científicas. Observar o que acontece no cotidiano nos ensina e nos ajuda a sair de situações complicadas. […]

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As mercadorias modelam as vitrines do mundo

Seria difícil imaginar um mundo tomado pelas mercadorias. Estou pensando  em que vivia no tempo de Platão. Mas a economia modificou-se muito. O trabalho assalariado ganhou espaço e as fábricas apareceram. Os mitos têm outras moradias. Não se chamam mais de Zeus, Baco ou Afrodite. Os altares possuem outras configurações. As crenças e as verdades […]

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A política e o jogo: tensões e resultados

O Brasileirão faz parceria com o momento histórico da campanha eleitoral. Há muitas semelhanças. Denúncias, promessas, sortes, multidões. A política não deixa de ser um jogo. Não lhe faltam estratégias e nem malabarismos. Quem é o mais sincero nas suas ambições? Quem será o campeão nos votos e na pontuação da tabela? O pior é […]

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O crepúsculo das cores: as perdas, os jogos, as incertezas

Dizem que as cores têm vida. Não só as cores. O mundo manifesta-se de várias maneiras. As cores desenham símbolos, parecem visitar as intimidades do eu. Já pensou as coisas sem cores ou as pessoas empalidecidas para sempre ? O que é lugar comum termina provocando indagações. Nem sempre,  nos ligamos nos sinais do cotidiano. Vivemos uma cegueira disfarçada. Na multiplicidade  dos […]

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Quem pode falar de perdão nas escadas da fama?

Pedir perdão é algo raro, sobretudo quando é feito publicamente. Usa-se muito a desculpa, palavra presente no cotidiano. Quase sempre repetida, sem nem passar pelo coração. Faz parte dos bons modos mecânicos, mas frios e desprezíveis. Diz o dicionário que perdão é remissão de pena, castigo, ofensa. Quem o pede, reconhece seus erros, quer encontrar outros caminhos. […]

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O mundo sem a bola:Freud e o mal-estar

As competições fazem a festa ou a tristeza.  Quarta, o Fluminense perdeu e viu ameaçada sua  elogiada campanha. Houve outros resultados que chamaram atenção. O Santos voltou a golear e o Cruzeiro segue com suas vitórias. Finalmente, Scolari escapuliu da mesmice: o Palmeiras superou-se e fez três pontos. Luxemburgo mantém sua sina inesperada  no Atlético, com […]

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As estéticas do futebol: as danças dos corpos e as curvas da bola

Viver com arte, contemplando o belo, atrai boas energias. Nem todos possuem a mesma concepção de arte e nem de beleza. Mas não se pode negar o poder de sedução que cada coisa nos traz, no afeto do sublime. A indiferença à criatividade seria a morte da imaginação. Conformar-se com a mesmice,é o caminho mais banal da mediocridade. […]

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O futebol lembra a vida e suas sutis artimanhas

Engana-se quem ver o mundo como uma composição de fragmentos distantes. Tudo se toca, mesmo que não sejam visíveis as semelhanças. Existem muitas informações circulando. O descartável assume  um lugar inquestionável na produção dos objetos. Mas a humanidade persiste, com seus sentimentos e ambições, fundando suas histórias e construindo suas narrativas. Todas as invenções da […]

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Os trapézios da repetição: o tricolor no frio da incerteza

Há cenas inesquecíveis. Uma delas presenciei, nas muitas vezes, que fui ao circo. Sempre com a emoção movendo-se, surpresa e cativa. Falo da cena dos trapezistas, com seus encontros no ar, depois de acrobacias magistrais. Tudo vivido por um fio, mas de uma beleza indescritível. Mesmo nos circos, mais modestos, a dança dos artistas deixava os olhos […]

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