Archive for the ‘sem categoria’ Category

O peso do tempo indefinido

As preocupações com o tempo e suas travessias sempre existiram.Há dificuldades de se imaginar quem o inventou. Pouco se sabe, muito se especula. As religiões procuram torná-lo propriedade divina. Abusam de seus poderes e arquitetam paraísos e infernos. Muitos se miram no passado, consolidam suas crenças e adotam uma expectativa conservadora.Traçam um caminho linear, pois […]

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A vida não silencia, eu não silencio

Não adianta se esconder, nem ficar trancado no quarto. O mundo se movimenta, não importa a chuva, nem o sol. As guerras confessam que somos violentos e as poderes se espalham pela globalizada sociedade dos desencontros.Quando me olho ,no espelho, sinto que as inquietudes me abraçam e tenho de perguntar alguma coisa. A apatia destrona […]

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As intrigas políticas cínicas

A política promove debates constantes. Não é novidade. Já tivemos genocídios dantescos, conciliações inesperadas e corridas armamentistas avassaladoras. As relações de poder estão na história, são instituintes, consagram valores e provocam disputas. Observe como anda a sociedade:Barcelona pega fogo, o Equador sofre discórdias profundas, a Argentina convive com as interferências do FMI. Ainda se denuncia […]

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O fôlego frágil da paz

As intrigas não cessam e estimulam a violência. As disputas são muitas. Procuram firmar espaços suspeitos na economia, alimentam preconceitos culturais, minam resistências em defesa do meio ambiente. Um mapa da violência nos deixaria sem esperanças. Portanto, há quem use máscaras, se esconda em missões religiosas, agrade aos poderosos. O mundo se divide e se […]

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Albert Camus: a revolta e a existência

Viver não é fácil.Há muitas instabilidades e esfinges indecifráveis. Parece que tudo é magia, mas o toque do absurdo e desespero inquieta. As dúvidas trazem certas agonias, as buscas inventam as ansiedades, os perdões andam juntos com a culpa. Não adianta inventar teorias para resolver as armadilhas do cotidiano. Porém, há sempre desafios que podem […]

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Nietzsche: deus está morto?

Imaginar que a sociedade vive sem o absoluto é inquietação permanente. As incompletudes colocam situações de pânicos para os que se sentem controladores das imperfeições. No entanto, como negar que há necessidades, que buscamos nos salvar das imperfeições e nos perguntamos sobre tantos mistérios que acompanham o cotidiano? Terry Eagleton, no seu livro A morte […]

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A morte da ética ou a doença social?

As regras existem para colocar limites e buscar organizar a convivência. O império do individualismo quebra a sociabilidade e provoca violências angustiantes. Parece que é impossível construir um mundo sem desconfianças. A contemporaneidade trouxe mudanças nos valores e tentou fixar promessas de futuros. O século XIX se encheu de utopias socialistas e de críticas aos […]

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Marcuse:O sinal fechado e descolorido

As cores expressam sentimentos. Nada se inventa que não tenha significado. Há necessidade de mudanças, de viver possibilidades, abrir portas e refazer moradias.Quando a sociedade assume projetos conservadores, os olhares para o passado se reforçam e busca-se o negativo. Cria-se uma tribunal de condenações e se deturpam experiências. O mundo parece ser escravo de uma […]

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A memória é seletiva!

Não imagine que a história possui uma travessia sem oportunismo ou longe de qualquer inquietude. Não somos neutros e a realidade nos toca.A política invade a sociedade com as suas seduções e o tempo rege as nossas escolhas. Não é fácil traçar caminhos, pois as pressões nos empurram para lugares estranhos. Portanto, é preciso olhar […]

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O mundo é vasto e perigoso

O poeta nomeia o mundo. Sabe que os sentimentos são importantes, mas observa que a sociedade se mete num consumo avassalador. O deslumbramento se volta para as vitrines, para os passeios no meio das mercadorias. Pede-se desempenho. O poeta não consegue ultrapassar tantos impulsos marcados pelas ambições. É a tecnologia que atrai, apresenta sua magia, […]

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