Archive for the ‘sem categoria’ Category

O fôlego frágil da paz

As intrigas não cessam e estimulam a violência. As disputas são muitas. Procuram firmar espaços suspeitos na economia, alimentam preconceitos culturais, minam resistências em defesa do meio ambiente. Um mapa da violência nos deixaria sem esperanças. Portanto, há quem use máscaras, se esconda em missões religiosas, agrade aos poderosos. O mundo se divide e se […]

Read the rest of this entry »

Albert Camus: a revolta e a existência

Viver não é fácil.Há muitas instabilidades e esfinges indecifráveis. Parece que tudo é magia, mas o toque do absurdo e desespero inquieta. As dúvidas trazem certas agonias, as buscas inventam as ansiedades, os perdões andam juntos com a culpa. Não adianta inventar teorias para resolver as armadilhas do cotidiano. Porém, há sempre desafios que podem […]

Read the rest of this entry »

Nietzsche: deus está morto?

Imaginar que a sociedade vive sem o absoluto é inquietação permanente. As incompletudes colocam situações de pânicos para os que se sentem controladores das imperfeições. No entanto, como negar que há necessidades, que buscamos nos salvar das imperfeições e nos perguntamos sobre tantos mistérios que acompanham o cotidiano? Terry Eagleton, no seu livro A morte […]

Read the rest of this entry »

A morte da ética ou a doença social?

As regras existem para colocar limites e buscar organizar a convivência. O império do individualismo quebra a sociabilidade e provoca violências angustiantes. Parece que é impossível construir um mundo sem desconfianças. A contemporaneidade trouxe mudanças nos valores e tentou fixar promessas de futuros. O século XIX se encheu de utopias socialistas e de críticas aos […]

Read the rest of this entry »

Marcuse:O sinal fechado e descolorido

As cores expressam sentimentos. Nada se inventa que não tenha significado. Há necessidade de mudanças, de viver possibilidades, abrir portas e refazer moradias.Quando a sociedade assume projetos conservadores, os olhares para o passado se reforçam e busca-se o negativo. Cria-se uma tribunal de condenações e se deturpam experiências. O mundo parece ser escravo de uma […]

Read the rest of this entry »

A memória é seletiva!

Não imagine que a história possui uma travessia sem oportunismo ou longe de qualquer inquietude. Não somos neutros e a realidade nos toca.A política invade a sociedade com as suas seduções e o tempo rege as nossas escolhas. Não é fácil traçar caminhos, pois as pressões nos empurram para lugares estranhos. Portanto, é preciso olhar […]

Read the rest of this entry »

O mundo é vasto e perigoso

O poeta nomeia o mundo. Sabe que os sentimentos são importantes, mas observa que a sociedade se mete num consumo avassalador. O deslumbramento se volta para as vitrines, para os passeios no meio das mercadorias. Pede-se desempenho. O poeta não consegue ultrapassar tantos impulsos marcados pelas ambições. É a tecnologia que atrai, apresenta sua magia, […]

Read the rest of this entry »

Você tem medo de quê?

As ruas estão cheias de pessoas apressadas. Não sabem seus caminhos ou os caminhos mais agradáveis, Querem salvar o cotidiano encontrando mercadorias ou vendendo sua força de trabalho.A situação é complexa e as mudanças servem para intimidar. O capitalismo consegue se refazer, apesar das muitas intrigas internacionais. Sobra a luta para não se perder nas […]

Read the rest of this entry »

A cultura e a ruína

Exercer o poder central é sempre um desafio. Quem pretende calar as rebeldias pode cair sem sentir que a queda está próxima. A história é longa, passa por travessias inesperadas, sobrevive aos desencontros mais ferozes, porém convive com disputas e as polarizações se ampliam.Quem controla o poder sente que há muitos ruídos. Procura meios de […]

Read the rest of this entry »

As ambiguidades formam a história

Quem se abandonou aos cantos do progresso sentiu que a história se constrói e não está pronta no armário de algum quarto decrépito. Há surpresas para quem se nutre das linearidades e congela a memória. Lembrar e esquecer dialogam. As narrativas possuem a marca das aventuras de quem as escreve. Portanto, não se assuste se, […]

Read the rest of this entry »