Archive for the ‘sem categoria’ Category

Jair e as dúvidas:, os descaminhos permanentes, os risos macabros

  Muitas imaginações navegaram séculos para  tentar  livrar a sociedade das incompletudes. Não são apenas as localizadas na modernidade. Sempre se lutou contra as desigualdades, mas também não houve mudanças que nos afastasse das lutas sociais em busca se superar as hierarquias de poder. As ampliações do saber trouxeram alternativas. Combateram-se tradições, preconceitos, colonialismos. Ninguém […]

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Sua afetividade está doente?

  A vida corre. Não dá ficar na janela contando as flores  ou estimulando a imaginação. Há pressa. O ritmo da grana puxa e excita. Muitos não conseguem se desligar da agitação dos mercados. Não há tempo para poesia, diz alguém. Portanto, se produz um solidão em cada corpo de forma paralisante. Olhar o outro […]

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As utopias se arruínam ou se reinventam?

    A busca do progresso fermentou projetos  que prometiam felicidades eternizadas. Apostava, de forma articulada,  que a sociedade fugiria das desigualdades. Acreditava-se numa grande revolução tecnológica. Houve euforias. Mas a ideologia do progresso pareceu frágil. Um festival de ilusões passou a desfilar e as explorações continuaram acontecendo. As falsificações mantinham divulgações nada saudáveis. A […]

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A culpa inquieta e pune: descontroles

    O sociedade sobrevive, mas continua espalhando ressentimentos. Sempre a busca do culpado, a tradição de punir e olhar o outro com desconfiança. Não há medida para observar as construções históricas. Soltam-se descontroles e ansiedades para se ficar no poder dando ordens e oprimindo. Portanto, o desequilíbrio se agiganta.Elege-se um atordoado pecado capital. Antes […]

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As palavras soltas e a reflexão esvaziada

    Jair e seus parceiros gostam de falar sem controle, além de curtir a rede social. Sentem-se poderosos. Não economizam as críticas aos esquerdismos e lançam ideias para salvação da sociedade. São profetas ou se julgam senhores de  verdades absolutas? Muitos os denunciam como um delírio, uma loucura de entusiasmados pelos  ares de Brasília. […]

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Incertezas contemporâneas:o lixo e o luxo se completam

    Muita gente enxerga um mundo desenhado por uma sucessão de ruínas. Uma rápida olhada nos jornais ou mesmo nas redes sociais mostra que há pessimismo exaustivo e pesadelo nas expectativas. As análises frequentes observam o momento tenso e incerto. Fatigam como nunca. Há disputas armadas  e invejas opressivas O que parecia ser o […]

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A fragmentação desfaz a solidariedade

    Multiplicaram-se as culturas. As diferenças não cederam nem trouxeram possibilidades de trocas mais profundas.Há disputas frequentes, com violências doentias. Não se cura a inveja, tampouco se cuida de olhar os outros e verificar o aumento das suas necessidades. Não há negar que tecnologias ajudam a reinventar espaços e cortejar afetos. Mas as crueldades […]

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O inferno são os outros?

  A convivência é fundamental. Alimenta a  história, traz aprendizagens.Seria impossível haver uma solidão inatacável. A inquietude nos torna seres humanos envolvidos  por aventuras. Ficar escondido mostra que a covardia impede a invenção e o ânimo de criar as sociabilidades. Não dá para apagar os espelhos. Como deixar de olhar para os olhos dos outros? […]

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O fogo é do mundo?

  A perplexidade assusta cotidianamente.  Circulam coisas doloridas e perversas. O sensacionalismo corta , muitas vezes, a crítica e a solidariedade. A miséria habita regiões imensas. Come-se barro, as epidemias  vão e voltam. A mídia, porém, seleciona as notícias com preciosismo que dê retorno aos investimentos. Os  jornais não estão numa situação agradável. Há falências […]

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As memórias assanham dores ou escondem trapaças?

  As interpretações históricas atiçam reflexões. Não são uniformes.  Multiplicam as fantasias ou requerem cuidados com a objetividade. Um debate complexo que nos remete a muitas armadilhas. Quem consegue abraçar os sentimentos que andam pelos nossos corações? Quem critica as ações totalitárias? Quem celebra as rebeldias como encantamentos superiores? Não há como definir as certezas […]

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