Archive for the ‘sem categoria’ Category

Geneton: azul é a vida

Há cores e ritmos infinitos. O mundo não tem ponto final, nem deuses lúcidos. Tudo corre e se solta. Camus tinha razão. As rebeldias ajudam a sonhar e se encontrar com o acaso. Somos Sísifo. Não custa abrir os olhos, encontrar as pedras e sacudir as ruínas. Nada está acabado, a incompletude nos cerca e […]

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Quem escuta, quem disfarça

O poder se estende pelas relações sociais. Nem sempre usa coerção, mas gosta de convencer e arrumar argumentos sedutores. Existem os contrapontos, um conflito de afirmativas que desenham a política e o conhecimento. O importante é saber quem se interessa em disfarçar. Se o governo desmonta a educação, esconde seus planos de consolidar a mesmice […]

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Não se desfaça das narrativas

O tempo histórico traz reflexões. Engana-se quem pensa um passado morto ou não observa os diálogos entre as diferenças. Narrar é sempre uma ousadia, uma descoberta, um ruído. Surpreender-se com as sombras do vivido não é uma agonia, mas um impulso para abrir brechas.Sentir a reinvenção, movimenta a história e levanta identidades que pareciam adormecidas. […]

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A depressão no cotidiano

Há muitas impressões que circulam como se fossem verdades irrefutáveis; O Brasil foi muito exaltado pela sua alegria, suas festas, sua cordialidade. Tornou-se comum até se negar a violência e acusar outras culturas. O Brasil parecia uma exceção num mundo carregado de conflitos. Mas a exploração continua, o descontrole social se afirma e as cidades […]

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O Historiador: calar, consentir, dominar

As relações sociais exigem manipulações que surpreendem e ajudam a fixar privilégios. Criam-se saberes que conversam com poderes e conformam o jogo político da sociedade. Não há regras definitivas, A história é atravessada por surpresas, não existe um destino programado para encerrar as especulações e nos transformar em seres mecânicas. Os desafios se multiplicam com […]

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“A Imaginação no Poder”

Paris, em maio de 1968, viveu momentos de rebeldia. Foram manifestações que acusavam o capitalismo por suas explorações e mesmices opressivas. O inesperado tomou conta da cidade com participação decisiva da juventude universitária. Muitas utopias ganharam espaço, críticas relembraram as dimensões estéticas da cultura e os danos da massificação. Porém, as repressões minaram o movimento, […]

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A desconfiança mancha o futuro

O futuro virá com suas mudanças e suas permanências. No entanto, estamos vivendo um presente marcado por agressividades cotidianas. Os ataques são muitos. Procuram criar uma atmosfera constante de dúvidas e fanatismos.Ressuscitam ideais nacionalistas, fingem defender a natureza, esquecem as aventuras imperialistas.Tudo se mistura e traz desconforto para os debates. Quem merece confiança? A fragilização […]

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Destruir para quê?

Somos animais pretensiosos. Construímos as histórias, buscamos significados e mergulhamos em aventuras. Não há uma cartografia que defina o caminho transparente. Acertamos e desacertamos. Desconstruímos, reinventamos, mas também sacudimos planos de destruição para iludir o coletivo e aumentar as ambições . Há quem acredite que o destruir se mova na ansiedade das riquezas. Talvez, esqueçam […]

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O temor das falas e das intrigas

Nunca se falou tanto e se exagerou nas conversas surpreendentes e incômodas. Há uma clima de intrigas que não sossega. As últimas eleições deixaram terrenos escorregadios e brincadeiras perversas. Os afetos ganharam geometrias estranhas, fugindo das proximidade e trazendo afastamentos constantes. Há um mercado de culpas e indignações. Curtem-se a agressão, o descontrole, o ressentimento. […]

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A sociedade administrada

Tudo parece um encantamento de novidades e magias tecnológica. Difícil é escolher. Muitas opções que pagam ilusões ou mascaram enganos. A sociedade se arma para inquietar, mas também triturar ingenuidades e quebrar valores. É preciso abrir os olhos e não se enfeitiçar. Esquecer a complexidade dos planejamentos, as astúcias dos senhores do poder. O jogo […]

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