Archive for the ‘sem categoria’ Category

A história move ideias: as mulheres na inquietação

  Fala-se de tudo. Contam-se muitas histórias. Os homens aparecem promotores de grandes movimentos. Eles parecem ter o domínio da história. Aliás, deus é um substantivo masculino. Não é à toa. As mudanças, geralmente, querem trazer certas rupturas. A palavra revolução ganha espaço na modernidade. Um conceito que inquietou, trouxe salvacionismos, não deixou de sacudir […]

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Os diálogos do tempo: o imprevisível

  Todos buscam dominar as correrias do tempo. É uma ousadia. Ele, também, vive lentidões, brinca com a inquietude. Há minutos quase intransponíveis. O tempo traz um fluxo de imaginação incrível, A sua marca está presente nos corpos, nos objetos, na natureza. Contam-se os dias. os segundos, os séculos. Mas as dúvidas continuam. A história […]

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Quem aposta na política?

    Se o escândalo ganha espaço no mundo, a história se torna parceira do inesperado. As instituições criam regras, mostra que existem limites. No entanto, há agonias marcantes. O movimento não dispensa as transgressões. A cultura busca equilíbrios. Eles são passageiros. Como fica o medo do inesperado? Vivemos a política numa sociedade que fermenta […]

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O sentimento confunde, o tempo passa

    Há muitas perguntas. Fico perplexo com esse mundo grande e misterioso. Cada pessoa conversa, imaginando futuros, acabando com amores, sentindo-se no meio de controvérsias. Somos diferentes, mas precisamos dos outros. Gosto de conviver, curto admirar as coragens, quem sabe o caminho e atiça a alegria. Não é fácil. Misturar os sentimentos é um […]

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O fogo da memória, a memória do fogo

  A cultura não desparece como um cometa. Ela se guarda na memória. Sua força é incomensurável. São tradições que se tocam, anos vividos, solidariedades, tristezas, descuidos. Somos cultura. Nosso corpo possui registros dos anos passados. Não dá para riscar o tempo da história. Seria um absurdo, um suicídio. Por aqui, os incêndios são comuns. […]

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Você viveu numa ditadura?

    As construções históricas não se apagam de vez. Há sempre vestígios. A memória é inquieta e seletiva. Dança, faz acrobacias, se estica, conjuga o verbo esquecer e lembrar. Na vida cotidiana, a memória atua. Os livros contam episódios, as fotografias trazem acontecimentos, as pessoas conversam sobre a vida. Muitos se recordam de azares […]

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No suspense da última semana: o trapézio da despedida?

  Não vá ficar dormindo de toca. Os últimos inquietam, pois as novidades são fabricadas. A ligação com o real é mais um engano da sociedade do fake. Será com o real existe? Como anda a imaginação, as passeatas, as rebeldias? O tempo é outro e os partidos estão sendo conduzidos pelos sopros das redes […]

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As moradias do sentimento

                                                                               não brinque de amor sem possuir fôlego                   […]

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A morte desenha a finitiude

    O tempo passa. Não temos a medida exata da sua velocidade. Vemos a velhice, nos assustamos com as ruínas. Não  há como se livrar da história. Ela anuncia que tudo, um dia, se vai. Não acredito no destino, porém não tenho como contestar a finitude. Recebemos com tristeza a  morte  de amigos. A […]

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A violência onipotente e o jogo das notícias

  A insistência dói. Escrever sobre um cotidiano pintado pela violência me deixa triste. Não há como silenciar. As notícias se balançam, tocam no corpo, desencantam. Aqueles ideais iluministas vivem dias contados. Não dá para acreditar que o equilíbrio tomará um lugar especial na sociedade. Usam-se armas com uma estupidez desmedida. Não sei quais são […]

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