Archive for the ‘sem categoria’ Category

O vírus do capitalismo

Há quem incorpore o capitalismo de forma radical. Não acredita na socialização e considera a disputa o eixo da convivência. Tudo pela intriga, pelo cinismo, pela acumulação. A falsidade dispara e se intromete na história. A ciência existe para salvar ou confunde-se com escândalos? Para que serve a indústria farmacêutica? Quem esconde a contabilidade ou […]

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Globalização labiríntica

Ninguém toma conta da história, Há momento que tudo parece rígido, o destino programado. Mas se trata de um engano. Não faltam frustrações, desde os tempos que Adão e Eva andavam pelo paraíso. A invenção do mundo é algo misterioso. Não se engane, nem aposte em saberes que definirão futuros. A incerteza mora na história, […]

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A política está no cotidiano

Não precisa celebrar projetos salvadores, nem afirmar que o mundo se arrumará quando certos partidos estiverem no poder. Há muita farsa no jogo das notícias e muito entusiasmo em possuir privilégios. Os cenários das relações sociais tendem a ganhar uma obscuridade e um cinismo abrangente. É claro que há delírios, sinto que as doenças mascaram […]

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Não date a história

Querer que exista uma ordem na história, com calendário determinado, sem surpresas, é um risco. A questão do controle nos persegue. Inventamos épocas, salvadores e pensamos até num juízo final. Mas o cotidiano não se mostra sincronizado. O acaso possui um força que derruba quem se sente imperador do mundo. O amanhã interrompe sequências, os […]

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O espetáculo inquieto

Há uma estrela pendurada numa árvore envelhecida e seca, falta luz e o universo convive com as nostalgias mais estranhas. Narre a agonia da estrela perdida, mas não celebre a morte, mascare a dor. Não há como descrever cada ato de forma exata, tentando firmar memória. Somos de um mundo que não conhecemos, de um […]

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Minha dor e as dores do mundo

Sinto que o corpo se transforma em cada travessia da história. Não é algo veloz, conturbador. Existem variações. A chamada evolução das espécies causa perplexidades. Existiria cultura sem movimentações no corpo, sem desafios no enfrentamento com as hecatombes ecológicas? A luta não é estranha. Os animais se digladiam, uns expandem ferocidades e sabem construir armadilhas. […]

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Despertencimentos

Se a história anuncia que o tempo não tem paradigma fixo, não é bom se desfazer das aventuras da memória. Pertenço a quem? Sou de que época? Quem me puniu com as alegorias do pecado original? Procuro pertencer a algum tempo ou mesmo sentir que o outro me faz olhar as histórias como ponto de […]

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Miragens azuis

Não sinta o peso da cura agoniada, distante do afeto e do desejo. Olhe no quadro azul de Picasso,as mulheres apressadas buscando a fertilidade sem limite. Curta o tempo que não é seu e pertence a um passado que não morre, mas dança e brinca como um anjo. Atravesse a avenida na última esquina sem […]

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A solidão no mundo do desamparo

As vaidades não deixam o mundo e se materializam nos ganhos de quem celebra privilégios que isolam suas riquezas. O mundo desanda porque os ruídos do desamparo se estendem.As escolhas por disputas, por tecnologias que fabricam bactérias mortais, desmontam sociabilidades que poderiam supera as desigualidades e joga as armadilhas ensaiadas em laboratórios. A representação da […]

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O genocídio silencioso

A população cresce de forma assustadora, mas os privilégios sempre se tornam senhores de uma minoria. Não há perspectiva de que a globalização harmonize as relações e que entrelacem suas descobertas. A tensão segue abusando de armadilhas. A dor dos refugiados traumatiza, mas enriquece quem não se toca com a morte dos mais pobres e […]

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