Archive for the ‘sem categoria’ Category

Italo Calvino: um dia de convivências e reflexões




Escrever sobre as experiências vividas traz um toque singular. Não deixa de haver fantasia e interpretações. Tudo passa por filtros e enganos. Não somos amigos da exatidão e a subjetividade possui suas invenções. Calvino tem uma escrita ímpar e uma vasta obra. Lamento que não seja lido como merece. Ele é um dos meus arcanjos. […]




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O jogo da memória: saberes e narrativas




O esquecimento ajuda a deixar dores antigas, mas não há esquecimentos absolutos. A memória joga com entrelaçamentos e surpresas. A linearidade não se firma. As lembranças aparecem e desaparecem. Não sabemos quando elas retornam. Algumas incomodam, outras nos enchem de prazeres. Nosso domínio sobre a vida e suas aventuras é frágil. Temos muitas perguntas, lamentamos […]




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Os disfarces do tempo




Os calendários anunciam tempos vacilantes, assaltos de mascarados exilados da história. Há medos que não silenciam e gritos tenebrosos. nada apaga o vazio de um futuro sem profecias. Cada aventura disfarçada esconde o cinismo dos abutres, vende-se a notícia com uma crueldade cotidiana. Pense numa história que não abandona a nostalgia e entrelaça a diversidades […]




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Espiar a história, sentir o mundo, escutar o tempo




  Os ruídos são muitos. Não há silêncio, só vozes ou buzinas de carros. A televisão ajuda na diversão ou na apatia. Parece que as saídas foram bloqueadas e as armadilhas enchem cada rua. Não sei se vale questionar tudo, cruzar feitiços e acreditar em evangélicos com verdades milionárias e honestidades mascaradas? Eles povoam as […]




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A solidão de Gabriel: cem anos míticos




As portas estão abertas. São ruas estreitas com ruídos inusitados. Quem fala são os juízes. Acusam quase todos os políticos. A corrupção é desmedida. O medo é cínico e o final pode ser feliz. É um sinal de uma solidão estranha. Todos se parecem, guardam milhões, a sociedade se desgarra. Todos juntos no mesmo ato, […]




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A poeira do caos




A poeira vermelha do caos enche os olhos de lágrimas, o mundo permanece indefinido como um deserto. Não meça a culpa, nem estranhe as utopias enfermas, a ilusão corre com uma razão desfeita e melancólica. Cada aventura do tempo é desenho de curvas antigas, o futuro não existe quando o sentido se fragmenta. Sei do […]




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Jomard: as escritas afetivas do mundo




Rebelar-se não é sacudir o passado no lixo. As referências existem e não há como anulá-las. O mundo atual se perde quando deifica novidades e celebra consumismo doentio. Mais do que nunca, é precioso estar atento e forte. A mentira não  se vai e as ambiguidades ganham espaços incomensuráveis. As lutas se confundem com ódios […]




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A violência não tem medida: machismos, guerras e cia.




Fala-se em civilização. Juntam-se ordens. As culturas se organizam para descobrir mundo. Fundam-se instituições. O cuidado existe, precariamente, mas muitos esquecem que o homem é o um animal social. Possui sofisticações e tatuagens mascaradas. Desafia verdades tradicionais, luta por melhores condições de vida, assume invenções científicas. No entanto, nem tudo merece celebração. Há tropeços e […]




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O corpo , o tempo, o azul




Há vários tempos que escorrem pelo corpo, como marcas de uma história vivida. Não tenho com esconder a pressa e o sopro, a vida não se explica por razões cartesianas. Conto cada número com fosse uma culpa guardada, estranho o anjo desaparecido entre as estrelas. Cada passagem responde a um rito desencontrado, não território nos […]




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Há desacertos chocantes e mentiras sofisticadas




  A história não consegue encontrar-se com um sentido. Está solta, sem conseguir ser cenário de rebeliões mais profundas. Perdem-se caminhos, pois não há compromissos definidos e há uma complexidade arrumada pelo cinismo. As palavras são sacrificadas num abismo de mentiras. A sofisticação é imensa. A era das informações virou um jogo. A notícia ganha […]




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