Condenações cotidianas

Os lugares não se mudam, as permanências mostram espelhos do passado, armados e tensos.

Por onde anda o mundo com a presença sem fim das tragédias, com a desconfiança solta?

As novidades mostram que as fragmentações não se afugentam e a

a vida corre sem saber o sentido da origem, convivendo com o que parecia impossível.

Nas crenças, nos negócios, nos assaltos, a perda dos futuros prometidos, os deuses alucinados pedindo perdão.

Há disfarces fabricados com sofisticações contínuas e no  peso da profecia, o desencanto afirmado, sacode a ilusão.

Vive-se um  jogo de regras apodrecidas e atormentadas, num despertencimento cruel.

As aventuras da história não tem configurações fixa, o mundo se descobre na dor anônima, no exílio desfigurado.

Há escrita que pede silêncio e tenta desenhar um paraíso de refugiados, com luzes e pontes do exílio.

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