Fragmentos da nudez cotidiana e permanente

I

As vestes poderiam ser iguais e flutuantes.

Não faria diferença, nem incomodaria aos ingênuos.

O importante é o significado de cada cena, sua cores tontas,

seu silêncio tímido e efêmero,

descrevendo um tempo que não responde, mas questiona e despe-se.

II

O mundo não se anula desenhando figuras inacabadas,

nem os homens esgotam-se na prisão do labirintos.

Os cotidianos anunciam que existem futuros e profecias.

Pouco valem os farrapos que escondem a permanente nudez.

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