Posts Tagged ‘corpo’

O território do Big Brother e as ambiguidades gerais

É a polêmica agitando a sociedade. Ele se desloca quando as intimidades são colocadas em questão. Vibra com a TV, mas esquece os infortúnios que marcam a desigualdade social. O BBB da Globo traz a turbulência das fantasias, o olhar curioso, conta com uma audiência que atrai bons patrocinadores. É claro que muita gente não curte as estratégias da emissora [...]

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Frida Kahlo: amor e paixão

                                             Não desconfie do último suspiro,                                             nem do beijo que  tem perfume.                                             O amor não inverte a paixão, mas pede                                             sossego, serena  o  calor do coração.                                              Na cartografia do teu corpo moram                                              os desenhos dos sentimentos sem nome.                                              Deixe a razão navegar nas turbulências                                               inesperadas.                                               Ilumine o cais e estique a preguiça [...]

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O amor virtual e anônimo das redes sociais

Você acredita no amor? Acha que a sociedade está muito utilitária, repleta de ambições e desacertos? Há possibilidades de afeto num mundo competitivo e com tanta impessoalidade nas relações? A saída é buscar o recolhimento e cultivar a solidão das moradias vazias? Não precisa  responder tudo. Pense, a reflexão tira a ferrugem do conformismo e traz [...]

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O blog febril: o corpo inquieta-se, a doença fala

  Há dias de invulnerabilidade. Parece que as fragilidades se ausentaram do mundo e ele corre solto. Não há travamentos. A vida se torna um devaneio leve. Percorremos estradas, engolimos poeira, mas o ritmo não se desfaz. Compartilhamos com visões de eternidade, contamos feitos que misturam verdades e mentiras. O corpo se dispõe e não [...]

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O peso do corpo e as matrizes da barbárie

Vem sendo comum discursos de líderes políticos celebrando mortos. Mostram um entusiasmo internacionalizado. Depois, exaltam a democracia, pedem paz e controle. A morte de Kadafi transformou-se num espetáculo. Os meios de comunicação encontram instantes de glória. Mostram as violências, atraem audiências, banalizam conteúdos políticos. Não estamos negando a ditadura líbia, nem tampouco as extravagâncias de seu [...]

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A exaltação da quantidade, a perda da leveza

Quem escreve se comunica e recebe respostas, mesmo indiretamente. A escrita é uma longa conversa. Passa pelos movimentos do eu e suas questões. Somos, então, nossos primeiros leitores. Ficamos perplexos com afirmações que saem lá de dentro. Estavam trancadas, escondendo rebeldias ou decepções. Por isso, há raciocínios que se repetem. Os incômodos não abandonam quem [...]

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O corpo atravessa a cultura e os sentimentos

Ter um corpo é uma maneira de relacionar-se com o mundo, não uma maneira de estar separado dele por um muro. Seria estranho reclamar que eu poderia abordar melhor as coisas se pelo menos pudesse sacudir fora minha carne. A afirmação acima é do pensador Terry Eagleton no seu polêmico livro Depois da Teoria. Ele [...]

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A democracia cria sonhos e sinais seculares

As agitações lembram que existem desejos de mudar. Localizam-se várias maneiras de insubordinação. Há rebeldias momentâneas. Passam. Temem violências, mais agudas, e aparentam não ter causas definidas. São encontros com insatisfações,sem reflexões sobre o futuro e  carregadas de desconhecimentos sobre  as políticas do passado. Predomina o efêmero, nada se consolida, a não ser a frustração de alguns. Não custa [...]

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O corpo e a paixão anunciam transgressões

  Corpo quente é sinal de paixão. Então, desoriente-se. Ela não tem regras. Corre e volta sem avisar. É lúdica e amiga das grandes sensações. Nem Descartes consegue sentir a extensão de suas armadilhas. Não se prepare para viver uma paixão. Ela não é invisível, presa no território do sonho. Ela quer perfume e não espíritos [...]

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As estéticas do futebol: as danças dos corpos e as curvas da bola

Viver com arte, contemplando o belo, atrai boas energias. Nem todos possuem a mesma concepção de arte e nem de beleza. Mas não se pode negar o poder de sedução que cada coisa nos traz, no afeto do sublime. A indiferença à criatividade seria a morte da imaginação. Conformar-se com a mesmice,é o caminho mais banal da mediocridade. [...]

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