Posted in 02/06/2011 ¬ 7:28h.Antonio Rezende
Seria ótimo não falar de violência. Somos animais sociais, mas destruímos outros parceiros das formas mais diversas possíveis. Fica difícil visualizar que racionalidade nos pertence em um mundo tão repleto de ambiguidades. A sociabilidade é a base para construção da cultura. Ela traz conflitos e proximidades. Os conflitos têm se acirrado e os espaços de [...]
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Posted in 26/05/2011 ¬ 7:29h.Antonio Rezende
Há momentos marcantes. Chamam a atenção para os desacertos. Não é a conjugação de banalidades, mas o reforço de repetições que acontecem na história. A violência é retomada, com cinismo desmesurado, intimidando quem luta por direitos. Desmonta a política nos seus sonhos e nas possibilidades de firmar éticas de igualdade e de fraternidade. Os assassinatos de José [...]
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Posted in 18/05/2011 ¬ 7:13h.Antonio Rezende
Celebrar faz parte da vida. Não custa respirar um pouco e deixar que a exaltação não seja tão ansiosa. O tempo ensina. A espera relativiza amarguras e atravessa desejos. O Santa Cruz estava nos subterrâneos. Muito escondido, sem conseguir encontrar saídas. Sua torcida vacilava. O sufoco gerava descréditos que desbotavam as três cores. Os times [...]
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Posted in 16/05/2011 ¬ 7:29h.Antonio Rezende
O Brasil assumiu organizr a próxima Copa do Mundo de futebol. Uma vitrine de grande valor para aumentar a exibição de um país que busca saliências e mercados. No entanto, os planejamentos estão lentos. Há divergências e oportunismos. As suspeitas não param. Desconfia-se de que a inércia perturbará as execuções e a verba sairá em regime de [...]
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Posted in 01/05/2011 ¬ 7:40h.Antonio Rezende
A quantidade de notícias, sintetizando crimes e agressões, é assustadora. Não precisa mencionar nem as costumeiras guerras que se espalham pelas mais diversas regiões. Elas teimam em fazer parte da história. Perambulam pelo mundo, fixando hábitos e afirmando necessidades de destruição. Falo, aqui, dos assassinatos do cotidiano, motivados pelas discussões nos trânsitos, pelos desgostos amorosos e ressentimentos [...]
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Posted in 14/04/2011 ¬ 7:21h.Antonio Rezende
Arma é uma palavra pesada. Armar, armadura, armadilha, armação. A arma mata, ataca, ameaça, defende. Possui significados que mudam, rapidamente, com os vaivens dos códigos de comportamento. Quando a utilizamos nas metáforas, ela não perde sua densidade. Atinge o campo da moral. Deixa suspeitas. Alguns têm coleções de armas, outros ornamentam sua residência com [...]
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Posted in 10/04/2011 ¬ 7:34h.Antonio Rezende
A vida tem muitas cartografias. Cada um sente que pode ir adiante, mas a certeza do caminho é instável. Nascemos com limites indiscutíveis. Somos seres do tempo, inventores de tantas coisas.Padecemos de desperdícios. Isso nos deixa confusos, pois carências tomam conta de milhões de pessoas e confortos sofisticados privilegiam uma minoria. Há fomes e [...]
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Posted in 22/03/2011 ¬ 7:36h.Antonio Rezende
Há épocas que convivem com instabilidades crescentes. Não acordamos, sem sustos. Os pesadelos assumem o cotidiano. Com a velocidade dos meios de comunicação não existe descanso. Aconteceu, estamos ligados. Kadafi não sai da berlinda ou não quer sair. Seus fingimentos convencem só aos mais fanáticos, pelas suas posturas autoritários. Seus ares messiânicos balançam certos corações. Sua [...]
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Posted in 22/02/2011 ¬ 7:23h.Antonio Rezende
Viver é reafirmar a sociabilidade. Centrar-se, no individualismo, fazendo de conta que os outros são acessórios, causa vazios perigosos. A sociedade atual perdeu referências e fabrica outras, para não se afundar num caos geral. As mudanças acontecem, ninguém pode anulá-las, e fixar tradições permanentes. A história possui seus suspiros descontínuos, embora as permanências existam e [...]
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Posted in 16/02/2011 ¬ 7:26h.Antonio Rezende
Muita gente próxima, ouvindo notícias diferentes e sendo assanhada por propagandas insinuantes, faz a convivência flutuar com surpresas e acontecimentos bizarros. Mortes, violências, malabarismos, com as mais diversas formas, mostram como é difícil controlar os desejos. Quando a medida se desfia, tudo se torna possível. A corda esticada da tensão puxa os sentimentos. Os desatinos aparecem e [...]
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