Laís: travessias da vida

A vida escreve a gramática das palavras possíveis

  e  esconde as formas dos abismos inesperados.

                                                                                       Não se negue a escutar a voz do outro,

nem se sossegue com o silêncio permanente.

Cada tempo traça o desenho de um ânimo anônimo.

A vida tem o fôlego de o corpo solto no fluir do sonho.

Desfaça, reinvente, risque, reencante, intimide.

Há sempre uma respiração ansiosa e inquieta,

uma data imprecisa que resume a sua história.

 

PS: poema dedicado a minha neta ( Laís) que chega em dezembro.

You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

Deixe uma resposta

XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>