Magritte, a cor sem nome

                       

                                 Não leia a página que desfez o sonho,

                                 mantenha os olhos na travessura do ânimo.

                                 Não pense nos limites do labirinto sem portas.

                                 Espreguice a imaginação do desmantelo e engane

                                 o desespero do malabarista desempregado.

                                  O circo é o espelho na fantasia do sublime.

                                  O apocalipse mora na última cor da razão.

                         

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4 Comments »

 
  • Emanoel Cunha disse:

    É por via das histórias que caminhamos para dimensões exuberantes, suas trilhas são dúvidas, mas algumas vezes, permanentes.

    Ter o conhecimento da construção de suas páginas reinventa o ser nas diferentes instâncias, é preciso estarmos atentos aos seus balanços e atropelos para ressignificarmos as cores da imaginação do humano, demasiado humano.

    Abs

  • Amanda Suellen Oliveira disse:

    O que mais gosto no Surrealismo é essa oportunidade dada ao leitor(apreciador)de conferir várias interpretações as obras.Nenhuma obra é “acabada”,por isso não há o certo ou errado.Suas várias traduções faz-nos ver o quanto múltipla é a vida e o quanto podemos enxergar além do óbvio.
    Adorei o texto,em especial o primeiro e último verso!

  • Emanoel

    As idas e vindas das história fazem parte das narrativas da arte,
    abs
    antonio

  • Amanda
    O surrealismo transgrediu e aproveitou muita coisa colocada por Freud, Há muita beleza nas obras que tentam fugir da objetividade e buscar o sonho.
    abs
    antonio

 

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