Na onda da agressividade e da informação

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Quem controla as informações se veste de um poder grandioso. Há quem trema com as divulgações feitas pela impressa. O pais passa por inquietações tumultuadoras. O choque entre os políticos polariza e traz o retorno de ideias conservadoras. Denúncias desequilibram quem esnobava arrogâncias com suas armadilhas perversas. Tudo isso mostra que se feria princípios básicos do fazer da justiça. Moro e seus seguidores ultrapassaram limites. Desfizeram eventos, levaram muita gente para a beira do abismo e abusaram de extravagâncias danosas.

Lula se encontra preso e sofre com processos repletos de fragilidades. Há interesses que se explicitam. Derrubam-se relações e coloca-se o oportunismo de grupos ansiosos por reformas no capitalismo. As mobilizações se estendem, mas Jair continua costurando, estrategicamente, absurdos. Diverte-se ou serve de distração?Usa-se o salvacionismo, Agitam-se práticas agressivas e se intimida parte da sociedade. A Lava Jato não destruiu a corrupção e seu lado obscuro prejudica sua idolatria. Trouxe suspenses e desenganos.

O desmanche foi marcado pelo cinismo e moralismo sem iguais. Lula conta com apoios no meio de controvérsias e intrigas. Mas a questão é ampla e sacode as bases do próprio PT. Há ruídos nas ruas que buscam enfraquecer as tramas nada democráticas. No entanto, permanecem ondas messiânicas. A sociedade precisa se articular ,coletivamente, assumir responsabilidades, enfrentar o difícil caminho da autonomia. Não se pode negar as astúcias negativas, nem a violência que perturba o cotidiano. O desemprego provoca insegurança e os direitos se diluem. Os medos aparecem.

Os confrontos se acirram com os ressentimentos e maniqueísmo assustadores. As revelações do Vaza Jato causam impactos. Muitos se sentem atingidos. Não se trata apenas de desmontar o PT e expandir o deboche. Houve uma formação de golpes seguidos. Criou-se um falso heroísmo. A política necessita de urgentes reinvenções para além do populismo e não , de arranjos milionários. Há perigos de expansões autoritárias mais agudas e delírios de fanáticos pela banalização do mal. Não se sabe o que reserva o futuro. Quem sobrevive, quem se entrega aos sacrifícios? Há pesadelos e atmosferas tensas.Sem autonomia a cidadania não expulsará a servidão.

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