Não se assuste com a Globo

 

 

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As informações correm o mundo com novidades e pânicos. Estamos longe de viver uma globalização democrática. A luta é por mercados lucrativos. Sem mídia esclarecedora, oportunismos e enganações prevalecem. A hegemonia política precisa de discursos e imagens poderosas. Ela transforma opiniões, quer massificar com charme, escondendo violências e triturando as críticas. A Globo se esquematiza de forma avassaladora. Possui especialistas. Constrói agressividades. Aproveita-se da superficialidade de muitos para vender seu produto. Esnoba.

Consegue sucesso. Governa.  Seus admiradores vibram com Faustão, novelas, artistas pré-fabricados. Para alguns, ela é o símbolo do mal. Nada é absoluto. Nem todos na Globo são frutos de sacanagens tecnológicas. Há sobrevivências, lutas internas, armadilhas. A Globo não perde tempo. Recebe pauladas, faz alianças, protege ideias conservadoras e apresenta imagens deslumbrantes. Não foge das conversas. Quer vitrine e sabe organizá-las. Não perde de vista as estratégias da servidão voluntária. Curte os índices de audiência.

O espetáculo é centralizado no poder. Não interessa a crueldade e a manipulação. Traz bombas para as cabeças tontas e alienadas. Não é inocente. Atravessa oceanos, provoca invejas, grita pelos famintos, polemiza. A confusão é seu mérito. Dizem que tem dívidas imensas, mas se sustenta. Balança o esqueleto de Temer, elogia a privatização, conta fofocas disfarçadas. Não podemos negar que sua travessia é rica em semear golpes. Gosta de modas e comportamentos bestializados. Seus comentaristas políticos não conhecem história. São histéricos e pragmáticos.

Resta denunciar. Não entrar na onda das cores, das meninas e dos meninos enfeitiçados para gerar publicidades nada saudáveis. Não abandone a reflexão. O Jornal  Nacional narra um presente que ajuda as minorias. Não se assuste com as mentiras ou as verdades cheias de gráficos. Tudo significa relação de poder, num mundo que se anuncia caotizado, porém cínico. Numa sociedade competitiva, não espere generosidades. Há astúcias bem elaboradas. A grana seduz, desfaz confianças, coloca impasses para quem busca a solidariedade. Não se despreze. Os limites não desparecerão. Talvez, a Globo  decrete o fim das utopias, para se salvar dos ataques.

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