Nas máscaras das escritas

O tempo escrito não perde o desenho da vida.

Conjuga os verbos e os sentimentos.

Há sempre promessas de adivinhações e sonhos flutuantes.

A vida não se vai sem deixar vestígios mínimos e misteriosos,

a memória não se cansa de buscar exílios impossíveis.

Cada instante possui um peso e uma ilusão,

traçamos mapas mesmo que não vejamos os territórios.

Não atice o trágico, nem silencie a saudade, fortalecendo medos

e celebrando destinos que não passam de ficções embriagadas.

As máscaras nas vitrines estão pálidas e querem histórias.

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