No ritmo da agressão contínua

Conviver exige reflexões. Elas não devem ser únicas, mas ampliar o diálogo.É um movimento de invenção.A sociedade que se fecha. termina optando pelo autoritarismo. Carrega-se uma atmosfera de violência.Ela vem de cima. massacra e inibe. Estimulada pelos senhores do poder deixa muitos cercados pela perplexidade. Uma aprendizagem miliciana que diminui as possibilidades de multiplicar espaços para fixar a solidariedade.

A família de Jair se articula com Olavo que simpatiza com Mourão e atacam como donos das saídas para salvar o país. Como o fascismo corre no sangue de quem torce pela miséria dos outros! São lições do passado que negam uma história que se estica em busca de outros comportamentos. Há quem reforça a concentração de riquezas. A violência possui suas ligações com grupos que cultivam privilégios insanos. Não esqueça do que Pinochet fez, tampouco das manobras de Hitler e Stalin. Há uma sede de se sentir imperadores do mundo.

Conhecer a história é jogar bem com a simultaneidade. Nos tempos da dominação romana, culturas foram destruídas. Napoleão reunia o exército para divulgar um nacionalismo agressivo. Salazar firmava Portugal nas terras africanas. Não faltam exemplos. O Brasil sacrificou paraguaios. Há quem acompanhe tudo isso curtindo uma indiferença brutal. Chama-se de egocentrismo ou se quiserem excessos de ambições para desmerecer quem luta pela dignidade. Não se trata de loucura, mas também de estratégias sempre apoiadas por minorias vingativas.

Ler o tempo é um forma de observar as diferenças culturais. Temos pontos comuns, porém há rivalidades crescentes e negócios que interessam , apenas, ao capitalismo. Trump não perde sua fúria e atrai Jair com sua servidão. A Europa provoca ruídos quando invadida pelos refugiados. Ela não colonizou tantos povos? Reclama de quê? A desarmonia não permite que a convivência se estreite e a sinfonia do afeto celebre uma sociedade globalizada, sem agressividades e espionagens mesquinhas.

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