O Brasil tem muitas repúblicas e dissonâncias

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A história não se faz repentinamente. Há lendas e verdades que se dizem detentoras das ações humanas. Os sábios definem conceitos e se julgam donos do poder. observe o que se passa no Brasil. Os senhores da justiça gostam de firmar princípios como se fossem fundadores da nação. Esquecem que, por aqui, ainda existem escravos e a opressão possui residências fixas. A Venezuela se tornou o fim do mundo e o Trump, o estadista de cenas inusitadas, Vivemos um tempo desarrumado, com bolinhas de todas as cores e estrelas que não o conhecem o azul. Compre um saco de pipocas, veja o programa de debates políticos e se localize. Não chore, sinta-se animado e divertido.

O Brasil é uma república. Faz tempo. Segue modelos. Seu governantes admiram os Estados Unidos. Prometem acabar com as oposições, destruir os ativismos, curtir os hinos militares. Milhões de pessoas se aproximam de um modelo de república envolvida pelas ambições capitalistas mais radicais. Querem detonar o comunismo. É tempo de vendaval. Muita nudez, para pouca roupa. Imagine que Moro se contradiz em cada entrevista.  Ser vaidoso e o seu lema.. Não duvide das suas ambições. Ela não é tolo.

A república foi proclamada de forma estranha. Surpreendeu. As desigualdades continuaram e o exército deu suas ordens. O Brasil não ganhou espaços pretendidos pelos idealistas. Rebeldias contidas, terras concentradas, coronelismo decidindo eleições. O mundo muda ou fica mudo. As ditaduras aconteceram e acontecem mesmo que alguns adorem usar  mentiras para escondê-las. Garantem empregos e não lembram que os salários estão lá embaixo. Quando os pastores cantam suas orações, a sociedade treme. O que eles querem?

As histórias não sossegam e ninguém adivinha o significado da república. Busca-se criar instabilidades. A necessidade de um herói exalta uma minoria ansiosa. É o Brasil assustado. Passou-se o domínio português, porém o peso da colonização persiste. Ela é sofisticada. A escravidão usa tecnologias, expande virtualidades, arquiteta rotas velozes. Quem revolucionará a cidadania? Tudo é aspiração ao consumo? Nada diz que a política fugirá dos milhões e entrará na igualdade. A dissonância explode e as brigas atingem afetos. Quem grita pela solidariedade? Quem sacode a república/

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