O capitalismo possui muitos disfarces

 

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Quem se liga nas astúcias da sociedade deve desconfiar das superficialidades. Há quem não observe a globalização aumentar sua expansão econômica. Isso cria espaços de lutas, de manipulações frequentes. Nem todos querem sair da sua quietude e socializar as riquezas. Inocentam o capitalismo de tudo e culpa a falta de competência das pessoas. É preciso aprofundar, destrinchar a pedagogia que nos faz buscar riquezas. A grana corre para destroçar quem não se alia aos seus encantos. Ela puxa, traz conflitos, não esquece as máscaras. A desigualdade social se mostra nas calçadas. Com certeza, há quem estimule a corrupção, mas ela não prospera sem acordos que acedem ambições e indignidades. Não estamos sós.

Somos animais espertos. Ajudamos, produzimos filantropias, exaltamos caridades. A bolsa revela ansiedades. O governo joga. Jair promete manter os militares na crista da onda. O dólar desce, sobe, inquieta-se. O petróleo é disputado e o fôlego da disputa é grande. Quem está com a razão? Quem usufrui do poder? Quem busca financiamentos ou buscava de forma feroz? As eleições transformaram opiniões. Muitos estão vidrados no liberalismo e apagam suas memórias. Possuem admiradores que nada conhecem de história. A sinceridade balança e o mundo se enche de incertezas. Trump é mestre na burla.

A leitura interpreta os que muitos escondem. Há quem troque favores, mas receiam ser descobertos. O passado não condena. As lutas anteriores salva. E o agora das redes sociais? E as invisibilidades soltas nos zaps? Fase de extremas armadilhas. A linguagem é ambígua, derruba ingênuos, sacraliza verdades tontas. Todos querem olhar para o espelho guardando simpatias. Há pactos precisos, maldade nos pântanos poucos conhecidos. Constroem-se possibilidades, porém falta rebeldia, os inimigos se arquitetam para inventar boatos e a justiça depende das espertezas moralistas. Frustra-se quem acredita naquela figura que,antes, se exibia com ideias de mudanças e ódio aos conservadores. O medo não se foi.

O oportunismo sobrevive, se recorda do utilitarismo, delira com os intelectuais que esclarecem sandices e se tornam gurus do nada. O nível baixou e não parece fugir da mediocridade. O que na mídia que garante reflexão mínima.?Uma acomodação depressiva ajuda a ausência de arte ativa. Vive-se na ruína e , ao mesmo tempo. o progresso alicia fãs. Deixa os monopólios crescerem. Há alguma utopia disponível? Os totalitarismos de esquerda também não secaram esperanças? O mundo silencia diante da distância entre ricos pobres , a vitrine pede compras. A vida não muda. Pouco importa para alguns. Justificam-se sem alarde, com risos e hipocrisias sofisticadas. Os mais cínicos pedem bis.

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1 Comment »

 
  • Daniel Silca disse:

    O capitalismo fascina, seduz, mas, traz armadilhas. Marx admirava algumas nuances capitalistas, porém, viu seus aspectos sombrios. Hoje, com a mídia, os interesses elitistas e os desejos consumistas, não percebemos os problemas do capitalismo.

 

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