O desejo da vida

Leia um conto de Borges que festeja o desejo

e jogue  fora a melancolia da vida sem feridas.

Não caminhe com os demônios ensandecidos,

desvie-se dos deuses vendedores de perdões.

Há travessias curvas, com pedras e abismos,

há corpos quentes distraídos com o tempo.

Seja o mínimo para quem desfila com arrogância,

pense no sentimento tosco dos corações vaidosos.

Feche a porta da moradia abandonada e suspire,

                                                              mergulhando nas histórias  escutadas na noite da paixão.

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1 Comment »

 
  • Nogueira Netto disse:

    O desenho é um impulso
    Que faz da vítima um algoz
    Deixa a voz emudecida
    Faz o corpo ter mais voz
    Para as linguagens secretas
    Que moram dentro de nós
    (Nogueira Netto)

 

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