O encanto se reinventa

Cada vida não se esconde nos abismos das divindades atônitas,

há sempre surpresas que desmontam as aventuras predestinadas.

O mundo não se cansa de inventar geografias e territórios desertos e

as fronteiras exigem imaginação e saltos de artistas decadentes.

Não se sabe a largura dos caminhos, nem os tamanhos das pedras agudas

na brecha do cotidiano a reinvenção não esmorece, nem se vai como vítima final.

Os encantos não se intimidam e desenham suas geometrias inesperadas,

cada vida não é uma única história, mas uma dúvida de espantos e astúcias.

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