O espetáculo inquieto

Há uma estrela pendurada numa árvore envelhecida e seca,

falta luz e o universo convive com as nostalgias mais estranhas.

Narre a agonia da estrela perdida, mas não celebre a morte, mascare a dor.

Não há como descrever cada ato de forma exata, tentando firmar memória.

Somos de um mundo que não conhecemos, de um espaço de imensidões.

O espetáculo mora nas incertezas escritas no corpo da metamorfose final.

Não grite, o silêncio se esconde numa caverna, há uma veia solta na utopia.

You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

Deixe uma resposta

XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>