O estrago das afetividades

O mundo se encontra numa inquietude imensa. Quer verdade, saídas, mas produz intrigas e ambições. Observe o comportamento de Jair. Muitas desconfianças e faz da mentira um mar da política miliciana. Há figuras que desgastam a intimidade de forma cínica. O valor é a grana, quando a sociedade adoece e se desampara. Trump não cessa de acender preconceitos. Como o mundo pode se modificar com tantos autoritarismos e saudades da opressões mais mesquinhas?

Estou perplexo com o noticiário. A história são números e a justiça joga para salvar certos crimes. Quem imaginava os século XXI tão repleto de desencontros? Abre-se a porta da ciência mais sofisticada, com protocolos burocráticos. O vírus está destinado a desfazer costumes. Intimida com ferocidades.É a vez das máscara. Os braços estão soltos e as neuroses se espalham. Multiplica-se a indústria farmacêutica.

Será que é uma conspiração? Quando lavo minhas mão, penso nas esquizofrenias que se sedimentam.Muito sabão, para evitar a globalização da culpa ou da doença. As concorrências se mantêm. Quem venderá a vacina ou ela será uma patrimônio da humanidade? O animal racional não consegue construir suas escalas.A complexidade se casa com a dor e os apocalipses se misturam com artes de satã. Especula-se no vazio, no desenho do desmanche da memória.

É dureza.Deixar de lado a possibilidade de reinventar as relações sociais com afeto é uma temeridade. A questão da moeda sempre prevalece. O sonho se mudou para outro planeta? Fazer da mercadoria um encanto é despreza com o poeta. Os abismos existem. Mas fantasias podem ser executadas. Sem o abraço a história ganha uma aridez cruel. Não adianta máquina, se o trabalho vive das expectativas da mais-valia. O outro mora na história, a companhia vence o desencanto. retoma éticas para além da mediocridade. A sociedade não se diluiu.Treme e tropeça

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