O finito, o corpo, o labirinto

Jogue o encontro na entrada do labirinto,

ele não se desfaz e desenha memórias.

O labirinto guarda o mistério do acaso

que não consegue fluir no cotidiano.

Há a vida conhecida, vestida de mesmice

e o inesperado, vestido de surpresas.

Na escolha dos sentimento, as incertezas

desnudam a fragilidade do finito.

O corpo dói, mas tenho o traço do desejo

e do desafio, não se aquieta, silencia.

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2 Comments »

 
  • Canto da Boca disse:

    Talvez a leveza e a essência da vida estejam nas incertezas? Nem sempre o planejado acontece, nem sempre o almejado é o que fazia sentido no início de tudo, na entrada do labirinto.
    Talvez a dor do corpo resulte da racionalidade, quando esta desejava apenas sentir o desejo do corpo.
    É sempre um grande prazer ler suas reflexões, especialmente porque elas nos remetem à outras, e outras, e todos vamos tecendo o “fio de Ariadne”, que nos conduz a tantos caminhos (e descaminhos).

    :))

  • Valda

    Estamos sempre aprendendo e dividindo experiências. A escrita nos ajuda a ir para o mundo r conversar com as incerteza.
    um abraço
    antonio

 

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