O fluir das dúvidas

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Na inquietude inesquecível da dúvida, o mundo configura suas rebeldias.

As ordens nunca se eternizam, mas provocam incômodos e  violências.

Não  se conta a história com um único fôlego, sem o fogo da dissonância,

a vida corre no desfazer das lembranças, nas saudades desmontadas e ardentes.

Cada tempo busca sua cor, ativa seu inconformismo, socializa suas dores.

Não há desenho que disfarce a incompletude, nem utopia que esgote o sonho.

Os deuses não vendem seus segredos, nem conseguem sair de seus labirintos,

temem libertar seus demônios em abismos desconhecidos.

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