Golpe na rua principal

As sombras digitam mensagens confusas e desalinhadas.

Veja as trilhas, os ruídos, o de dentro , o de fora,

                                                Falta quem diga não ou desconfie do que está escondido.

observe que há uma amargura nas ruas desertas.

Quem rifa a memória, desencanta-se e fere o corpo,

espalhando e adormecendo a culpa do incômodo.

O cansaço se move com estratégias sutis,

as astúcias improvisam reações e inquietudes.

A mentira veste a roupa da madrugada vadia.

há quem sonhe com fim do mundo e o inferno dos pecados.

há quem se cale acreditando no acalanto do sagrado.

No meio do mundo desfila a covardia dos que se banham nos privilégios,

                                          Na esquina da rua principal, moram os golpes cínicos e obscuros,

com o rostos pintados com o ódio que desatina, desgoverna, desfia.

os sorrisos que transformam rostos em espelhos desfigurados

e falsos anjos desesperados e raivosos com a farsa mal produzida.

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