O perdão de cada dia

Escuto ruídos de um mundo acidentado,

há dores inusitadas nos lamentos e nas raivas,

e mistérios pesados na sua aflição.

Não testemunho a permanência de um

pessimismo cinza e ultrapassado,

mas desconsagro desculpas de quem não mora na solidariedade.

Poderia viver as aventuras fantasiosas de Ulisses,

sem me desfazer das ondas violentas e das

sereias enfeitiçadas pelas luzes azuis.

(Re)conte a mesma história antes esquecida,

remonte as clarividência do primeiro inventor,

e o silêncio se tatuará nas sombras e nas luzes

das cores de uma maçã abandonada pelo pecado.

You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

Deixe uma resposta

XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>