O populismo atrai

Jair segura o poder. Já profetizaram sua queda, a imprensa anuncia sua farsas, mas ele consegue um público expressivo. Sua egolatria é gigante. Apossa-se da verdade, não se inibe com a críticas.Segue cercado por fanáticos. Quem o admira espera sempre novas emoções. Desgoverna, mas cobra dos ministro de forma rude. Sente-se bajulado, demite, destrói os argumentos internacionais, embora cometa absurdos.

O Brasil padece, não escapa da desigualdade. Preocupa. Fala-se em genocídio. Jair reúne a família e torna-se um patriarca extensamente protetor. Alguns seguidores provocam os adversários.Há intrigas constantes. As opiniões mudam, pedem que ele renuncie. Diziam que Moro o protegia e garantia sua permanência no poder. Moro sai e monta-se um novo circo, com o apoio de quem gosta das farsas.

Não sou psicanalista. Acredito que Jair tenha vivido durezas e navega no meio de ressentimentos.Chegou a vez de soltar suas vinganças e derrubar seus opositores. Dispensou Moro, a celeuma se propagou, as divisões trouxeram brigas. Um havia ajudado o outro e agora a sociedade se tensiona. Cada um usa sua metodologia e abraça seus discursos exaustivamente preparados para marcar a dispersão.

Moro construiu armadilhas, recebe saudações da sua torcida. É considerado o senhor que detonou a corrupção. Há quem o julgue uma figura impoluta. A luta está se acirrando e o seu fim não chega rápido. Não é fácil. Sobram acusações, porém as incertezas ganham espaços. Jair se afirma popular e um salvador dos pobres. A política ferve, trai, organiza golpes.As adversidades se misturam e ninguém estimula conciliações. Reina a turbulência, o perigo de violências armadas. Moro e Jair prometem jornadas imprevisíveis.

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