O tempo instável e indefinido

Envergue a dor que inventou a tristeza,

não jogue fora a alegria que refez o sorriso, sem alarde.

Há memórias insuportáveis e fantasmas do juízo final, despreze-os.

Pense no circo medonho que feriu o palhaço, solitário e aflito.

e espante a vida migrante que desmancha a sociedade.

Abrace o tempo que reinventa o humano  e

converse com Nietzsche sobre o eterno retorno.

Imagine o desenho curvo da história e a inexistência do destino.

A viagem da vida é cigana, mistura-se com o espanto, tece sua própria rede,

os labirintos estão abertos. com encruzilhadas escuras e ruídos esquisitos,

caminhe por onde o sentimento adivinha que o pecado e o perdão se chocaram.

Não confunda os verbos e sonhe como os adjetivos do encanto.

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