Os amores anônimos (Reflexões !)

O amor está em toda parte, com adjetivos diversos, suspeitos.

Ele se transforma , narra histórias de sombras e luzes.

Confunde-se com a paixão, acelera o tempo, inventa desenganos,

ver a vida correr ,cercada de sentimentos, sempre inquieta, sem o manto do sossego.

O amor sofre com a pressa do individualismo, com as curtições descartáveis.

É difícil defini-lo, aprisioná-lo no voo da eternidade, no movimento do coração.

O amor tem fim, abala, desconversa, surpreende, atiça o corpo,

não cabe nas palavras, porém dá trabalho ao poeta.

Traça caminhos inexistentes, sufocado pelas idealizações,

marca encontros nas esquinas e se esconde nos becos desconhecidos.

Não se despede, nem parte, rascunha perdões nos disfarces permanentes.

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