Os delírios perigosos

A rapidez se espalha. Há uma confusão que inquieta e notícias que confundem. Os sustos são constantes.Falam no apocalipse , há fugas, crises globalizadas, conspirações. Jair continua andando nas estrada da vaidade. Possui seguidores que parecem enfeitiçados. Não há medida para suas declarações.Sente-se um mito numa onda de esquizofrenias. Desmonta.

É claro que existe pânico. Tudo acontece de forma delirante. As políticas divergem, pois não pensam em organizar a sociedade, mas em cantar ambições. Num mundo de ciência sofisticado, as mortes acontecem assombrando, os aviões cessam de fazer seu intercâmbios, a Itália tenta recuperar sua dignidade ao som de hinos musicais. No entanto, há quem insista em reunir multidões e e arruínam tentativas de evitar desastres

Os desafetos circulam , as intrigas não se vão, o isolamento surge como solução. Nada de abraços ou apertos de mãos. O medo patina, as portas se fecham, o outro se torna um inimigo, as farmácias se enchem de compradores aflitos. Ouvem-se risos, alguns não se ligam na solidariedade, as moedas adoecem. A história mostra a força do acaso, a memória guarda hecatombes, a aridez fragiliza a ilusão.

As conversas trazem os fantasmas. Todos voando em trapézio inseguros, não conseguem conhecer a extensão do tempo, se apavoram com as manchetes. Quem imaginava tantas dificuldades e desperdícios? Por que os escorregões históricos tão frequentes Quem prefere o abismo e elege o cinismo? O descontrole é um império que empurra cada um para seu recanto mais obscuro e tumultua a possibilidade de solução

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