Os desenhos imaginários

Se desenho o mundo que não vivi, imagino diferenças fugidias,

transcendo a possibilidade mais comum e me envolvo com o despertencimento.

Há centenas de seres escondidos nas identidades circulantes e anônimas.

É o insistir da repetição que simula a fantasia de se amarrar num destino

e cada história sobrevivente recorda a exaustão da busca e a acrobacia da culpa.

Na narrativa incompleta dos tempos passados mora  o inexplicável que redefine

e inquieta o que parecia acabado e distante.

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