Os ritmos incertos, as histórias sem fim

           O fluir do tempo rabisca sentimentos e traz o mapa de uma história sem nome.

            Nada confirma a existência de fronteiras rígidas e inabaláveis ou

           o perfume de uma eternidade fugida do paraíso, sem ruídos.

            Cada ritmo é um acorde de instabilidade e desmantelo.

            As hesitações silenciam ousadias e espertezas.

            O fluir do tempo é a escrita da vida dos desejos insistentes,

            costurando os absurdos das verdades sem vestes.

PS: A nova publicação sairá no dia 29 de 12

 

You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

Deixe uma resposta

XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>