Outras moradas, outros desejos

Imagine uma encruzilhada. Não se preocupe com as formas geométricas. Curta o inesperado e se lembre de Picasso. Pense em todas as cores e chame os deuses que dançam. Não deixe de conhecer Freud, Camus, Sontag, Neruda. O acaso inquieta o absurdo e o azul comanda os desejos mais serenos. São muitas histórias que Ulisses não consegue descrever.

De repente, seu corpo grita ruídos. O tempo passa e as surpresas surgem. Na esquina de cada encruzilhada se desenham sustos que não esperam permanências. A dor abraça, mas leva assombrações. Sempre as reflexões que pedem afetos. Não há como dispensar os outras. Se o caos toma o coração tenta fugir e conversar com a borboleta vermelha. Brilhe.

Difícil desfazer os que os renascentista inventaram. Por que apagar Cervantes? O mundo se reinventa, porém vive fragilidades, disputas, desenganos. Portanto, não estique a amargura da solidão. Risque os espelhos, diga a Prometeu que a coragem encanta e as gramáticas nos enchem de significados. Édipo chorou, fechou os pecados. segui as estrada de pedras.

Muitas noites, muitos fantasmas e os trapézios zumbindo nos circos. Não sei definir-me, No entanto, sento no canto da praça e visualizo as paixões.Elas circulam. Entram no infinito, apelam para o inexistente. Ando, escrevo, conheço metamorfoses. Um dia, navegarei num mar calmo. com uma sereia quieta na onda mais verde.O que serei? Talvez, um cais com luz lenta e companheira.

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