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Os mitos persistentes e a vida

Sempre , fico perplexo quando alguém me diz que desconhece as tragédias gregas. Parece que ligam pouco para a imaginação e se fixam num presente vazio. Mesmo que haja ilusões, as perguntas não podem se apagar.Há mistérios que se espalham e desfiam preguiças. É medíocre querer o resumo das histórias. As culturas passeiam pelas aventuras humanas. Os significados variam.Não negam a lucidez. mas se divertem com as possibilidades de inventar.

Cair na banalização do consumo é estragar a conversa, deslocar o humano, para o pesadelo e negar o sonho. Por que não observar a coragem de Prometeu? De que é feito a mundo? Muita matemática.linguagens sonoras, desenhos curvos, desejos sem lugares definidos. Não se negue. Faça ruído, não acredite nos negacionistas, tampouco em quem se sacode para ganhar medalhas. O acaso inquieta e cria agonias.

Não custa especular. Por que Édipo perdeu seu ânimo e se entregou ao destino? Os homens querem dominar a natureza, porém agem com se a crueldade não deixasse a história. Os preconceitos mostram que os ressentimentos se consolidam e evitam que as utopias tragam fantasias. Quem admira as guerras e os assassinatos e armam autoritarismo medonhos? Ulisses viajou para descobrir os segredos, sem esquecer a coragem. Namorou com as tempestades e se refez nas lutas.

Não apenas as tragédias gregas merecem atenção. Conhecem os astecas, já perceberam a profundidade das teorias de Platão e os bons textos Kundera? Se há quem promova a malícia, há quem provoque ensinamentos coletivos. É a história que nos move, mesmo com seus desencontros,as vezes, fatais. O mito é um poema, uma narrativa ritmada. Fundar o mundo ajuda a sair de labirintos e se olhar nos espelhos. Atice-se para não cimentar a mudez.

A rua e o poeta inquietam a apatia

Baudelaire

A agitação inquieta quem gosta da renovação da vida. Existe uma fábrica de armadilhas que governa de forma estranha e agressiva a sociedade contemporânea. A pandemia traz medos e disfarces. Desmonta.Jair aproveita para inventar fórmulas mágicas.O Brasil ganha espaços de indecisões e pânicos surgem com a ajuda do gabinete do ódio.Juntaram dissabores para ameaçar quem busca expulsar a indignidades.Quem sustenta tanta falta de equilíbrio? Quem administra as surpresas do cosmo? Quem arquiteta a mediocridade?

Mesmo com as repressões há muita gente na rua. O incômodo é grande. Há grupos nostálgicos. Procuram fechar questões, convocam os militares, fazem exercícios fascistas. Talvez, não esperassem reações. Queriam sempre intimidar. Mas os choques se mostram, as insatisfações recordam as práticas democráticas, arrumam palavras de ordem e lutam contra conservadores viciados por milicianos. É difícil retomar fraternidades ou mesmo firmas ideias que fixam utopias. Não há programação definida, nem juízo final com data marcada.

Os sentimentos contra o racismo se espalham. Observe a agonia de Trump. Na Europa, os problemas se acirram e as ruas ganham força.Depois de mortes, de vírus malditos, é preciso respirar. Será que há brechas para reformas? Será que o tumulto faz parte das extravagâncias da globalização? O tempo corre e as profecias escorregam. Há torcidas de futebol gritando e compondo articulações. Quem podia prever? Os poetas pedem palavras para refazer seus poemas e soltar a sensibilidade. Nada como estimular a imaginação. Lembre-se de Neruda, de Baudelaire, de Bandeira, de Pessoa.

A história provoca. Não há como fugir dos acasos. Os tempos se misturam, os pesadelos estremecem. Aparecem demônios mascarados e a política fugiu de seus modelos clássicos. O que acontecerá se as pandemias insistirem nos seus genocídios? As casas estão cheias de conversas, tenta-se adiantar o relógio, as crianças não suportam isolamentos. Outro mundo anulará os afetos? Quem controla tantas novidades? Os pontos de interrogação se multiplicam no silêncio da solidão. Olho-me e, muitas vezes, me espanto, E você?

O peso da vida e os malabarismos

Já imaginou a vida como uma infinita quarentena? Eu não tenho essa ousadia.Prefiro que haja malabarismos e não portas trancada. O movimento traz danças, brinca com sorrisos. Não que a solidão seja o fim do mundo. É bom olhar o por do sol, numa cadeira de balanço e sacudir um bola no terraço do vizinho. Não creio que tudo seja uma coisa só. Espero que marcianos me encontrem e me levem para uma viagem. Puxa!

Sei que o cotidiano está feroz. Muitas informações e misturas desqualificadas. Não jogaram a perversidade fora. Há quem curta a malícia e funde seitas diabólicas. Não curto risos fabricados, não tenho simpatia pelas edições do Congresso Nacional, nem por partidos políticos cheios de estelionatários. As palavras não conseguem se consolidar e correm soltas acusações com destinos danosos. Nada que apareça para abrir uma brecha e criar um circo de malabarismos ímpares. Muito sono nas poltronas cinzas.

Tudo pesa, se a gravidade não se inquieta. Figuras negacionistas desfiguram os sonhos e tentam se sentir soberanos. Vejo muita mediocridade, racismos, famílias milicianas que moram no mundo com o intuito de desmontá-lo. Não conhecem o azul, maltratam os mendigos, gritam para chamar as hienas e promover a carnificina. O cinismo inventa emboscadas, mostra que a vida se reparte e há bipolaridades tristes. Nem tudo está programado e o acaso pode configurar maravilhas. É o que anima.

Quem cultiva a vingança procura inspiração na treva histórica. Estão perdidos no meio de pesadelos masoquistas. Não aprecie os oradores das torturas e nem os templos feitos para virar mercados. Faça seus malabarismos sem ser insanos. Existem outras pessoas, espectadores e afetos de abraços que precisam ser retomados. Torça para que o vírus se dane, pois cansa esperar desgraças. As incertezas correm o planeta, mas sinta que os olhas tocam e podem atrair sentimentos sem amarguras.

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Sentir e existir

Não mastigue o tempo. Sinta que ele é múltiplo. O perigo é fazer dele um caminho de preconceitos.Lembre-se de que desde os primórdios se fala em culpa.Traz peso. Incomoda.Temos que viver a história abrindo as portas, A verdade deve ser discutida e a coragem é uma necessidade. Portanto, há os delirantes que infernizam qualquer harmonia, visando estremecer o medo.Muitos são psicopatas ou donos de pesadelos doentios.

Jogar a sensibilidade fora é rasgar seu próprio eu. O sentimento ajuda a esclarecer as magias do existir. Não siga os que apenas enaltecem a razão.A dúvida merece conversa, mas a tristeza também mora nas andanças da vida. Há teoria fabulosas. Não vamos menosprezar Voltaire, Descartes, Jung, Nietzsche, Marx, Susan Sontag, Agnes Heller e tantos outros e outras. Porém, é preciso não inventar santificações. A autonomia produz lucidez, anima o desejo.

Gosto de imaginar mundos, embora tenha desconfianças estabelecidas. De repente, surgem trevas e intrigas assassinas. Querem sacudir o planeta com idiotice ou mesmo ambições nada serenas.Isso me dói.Sou do afeto, crio minhas fantasias, mas não me desligo do próximo. Quem massacrar a solidariedade está desiludido e se veste de louco para ocupar as vitrines. São os que medem os reinos da mediocridade.

Olhar os horizontes, soltar os pássaros, compreender a agonia, desconstruir os labirintos, tudo isso reinventa o existir. Deixe a apatia no meio da estrada e sinta que é possível ir adiante. Não enlouqueça com o jogo das informações. Há quem as fabrique, há quem atice as divergências, há quem curta a mesquinhez. Nem tudo se completa, a vida se estica. o sono anuncia o cansaço. Saber as profecias finais é apenas um acrobacia sem limites.

Fascismo: respirações brutais

Lá estão grupos com camisas amarelas e delírios de quem não sabe nada de política. Na frente, um cavaleiro mostrando coragem fabricada.A turma do Jair quer ditadura.Não tem dimensão do que é o fascismo. Passa por fora da da história, vive numa animação vazia, inventando fanatismos. Há uma onda forte de reações, de brutalidade no planeta. Não a despreze.A turma do Jair possui um lugar e aproveita a pandemia.Não se liga no genocídio.

Virou moda se recordar de figuras obscuras.Hitler, Mussolini, Franco cultivaram uma ordem repressiva que não saiu da cabeça de muita gente.Existe uma democracia com igualdade absoluta? Sobrevivem discursos liberais confusos que circulam e atraem.Mas quem resolveu a questão da desigualdade? Afirmam iluminismos num mundo cercado de mercadorias e brigas dos monopólios. As vitrines são feitiços, enganam.

Nem todos entram nas mentiras geradas para assustar e ajudar a turma do Jair. Há comportamentos agressivos que são doentios e sacodem ressentimentos. Quem sabe se Jair não teve o vírus? Por que desfila com facilidade para ser poderoso diante das gripezinhas?O jogo é grande e o cinismo atua com perversidade. Parece uma religião que chama santos comerciais e quer reavivar o capitalismo. Templos medíocres e ardilosos.

Cuidado com os preconceitos, não acreditem em milagres de pastores ricos, nem imaginem militares salvando os empobrecidos.Trump olhas as manifestações com muita desconfiança.Não esqueça os danos da COVID nos Estados Unidos. Não entre nas facilidades das manchetes. As violência são múltiplas e os disfarces se modificam.Tudo é vandalismo? A exploração salarial é um vandalismo? E as votações para decidir vantagens para os privilegiados? Cada palavra tem um peso e uma medida. Não desista.

O cansaço dos pesadelos

A pandemia continua sua trajetória.Não há notícias que sosseguem e as datas são mudadas com as incertezas. Tudo se junta para que o desacerto se consolide. Fala-se em esperança, que as coisas passam, que os milagres acontecem. Mas há um cansaço arrasador. Tento imaginar saídas e vejo crescer os labirintos. Procuro brechas. As manchetes são sempre intimidadoras. Recupero o fôlego e os esclarecimentos não conseguem me convencer. Portanto, o dias se parecem, com variações mínimas. É o império da repetição.

Não faltam distopias, porém há fanáticos e ingênuos.Tudo se mistura e a vida segue. Nem sei se é algum anúncio de juízo final. Converso, solto as memórias e reflito. A história não tem um só horizonte. Sinto que os acasos são fortes. Não há como se livrar da inquietude. Muitos pesadelos, governantes fingidos e corrupções aliadas aos desenganos da desigualdade. Existem os privilegiados. Eles riem ou expandem oportunismos imensos.

Ficar mudo é uma covardia. Especulo.Troco passados e me lembro de bons momentos. Há curva e abismo. A linha reta é um disfarce e as utopias fazem parte das mitologias. Castoriadis duvidava da dialética marxista, tão promissora. Polêmicas quentes.Explicar a racionalidades traz dor de cabeça. Como, então, se desembaraçar das tristezas num mundo da fatalidade? E a venda da felicidade para festejar os brilhos superficiais? É dureza, o coração treme e busca ajudas.

Não é sem intrigas que a história caminha. As mentiras se sucedem, os amigos de desfazem e fico nas transcendências dos delírios. Quem inventou tantos ruídos e ainda afirmou que viria a paz? Gosto de um lugar quieto. Não dá para acender questões e voar para cima do fogo. As ironias estão sacudindo as apatias com deboches agressivos e as ficções não morreram. Escrever faz bem. Dialogar alivia e mostra pequenos sonhos. O sol forte não é permanente. O trapézio indica riscos e não, alívios.

A truculência absurda

Quem pensou que a violência ia partir do mundo, equivocou-se gravemente. A história foi construída com lutas, ressentimentos, preconceitos. invejas. As utopias não apenas conseguiram salvar o lado assassino da sociedade, que tanto fez vítimas, como articulou teorias para justificar preconceitos. O mito do paraíso, talvez, seja uma forma de sonhar com azuis de paz e deixar de lado as fúrias cotidianas. A ganância do consumo se amplia na globalização dos exílios e dos pânicos.

A morte de George Floyd trouxe uma perplexidade que atravessou milhões de corações. Há quem a ache normal, há quem pense nas superioridades raciais, há quem se sinta satisfeito com a pulsão de morte. A complexidade da sociedade consolida absurdos e desigualdades . Não é a riqueza material a dona da felicidade e das culturas, com gritam alguns? As fantasias existem e perturbam os mais ingênuos. A força descobre a nudez de figuras que espantariam Freud. Será que Eros está desenganado? Marcuse não avisou a importância do sensual, do amor, do desejo?

Negar as guerras, as ambições, as escravidões, as tiranias é passar um pano limpo na história e não ativar a memória para o lado obscuro que procuramos esconder. Por uma possível nota falsa se consagra a repressão e a brutalidade escreve sua história. As reações ocorrem, a dor não fica adormecida, os fracassos humanos se confundem com teorias antropológicas doentias. Não é à toa que o medo sobrevive, que há povos empurrados para os abismos por outros que se julgam deuses terrenos.Quem imaginou que a tecnologia afirmaria o fim da apatia e soltaria o coletivo para combater a mesquinharia se desfez das suas reflexões.

As cores possuem significados, os sons assustam, as pandemias se espalham, pois os valores se transformam em mercadorias rapidamente. A cena do policial acabando com a vida de George não merece definição. O capitalismo norte-americano lembra psicopatias extremas, se banha com idolatrias vazias, conserva-se desqualificando e ridicularizando quem não se mostra nas suas vitrines supérfluas. As torturas tem várias formas. Alguns são indiferentes e se agarram nas desgraças históricas.Naturalizam o avesso com um cinismo radical e andam nas trilhas da vaidade. O fogo não queima todas as melancolias que ferem a alma, mas é um símbolo de que há brechas para se indignar.

Política e epidemia:desmanches

O ano já está perto do meio. Nunca se marcou tantas datas. Os espantos inquietam, mas provocam sensacionalismos. Fica-se em casa, conversa-se, as televisões não descansam. A polêmica anima quem sofre tédios prolongados. Opiniões diversas, jornalistas buscando vinganças, Moro sendo louvado pelos seus simpatizantes.A fragilidade também é grande. Qual a decisão final? Quando o vírus se fatigará ou os saberes estão numa crise profunda? Será que a convivência sera alterada radicalmente?

Tudo possui seus alarmes, Assusto-me com as ambiguidades. Maia faz uma declaração contra Jair. Depois se encontram para medir as consequências. As farsas dominam e a sociedade se vê encurralada. Nem tudo é indignidade, porém decai a dignidade ou oscila de acordo com as necessidade do poder. Existem lutas para conseguir a hegemonia em todas as partes. Aqui, os partidos se confundem e se perdem transformando-se em agrupamentos soltos. Lá fora, a China quer o império, ameaça e escuta desaforos dos Estados Unidos.

Apenas, o excesso de ingenuidades faz crer que a sociedade se lembre em consolidar as necessidades de fraternidades. Cada revolução anuncia um novo tempo que se esfumaça com as relações internacionais tensas. Já houve nacionalismos radicais, sentimentos de ódios culturais, porém as relações não se renovam de forma a trazer harmonias. As ciências sacudiram trevas, mas estão contaminadas pelas iras e ambições do capital. A lucidez desgovernou-se e o desamparo bateu na porta de quem inventou utopias.

O pior: há guerra atômica e isso não é tudo. Os imperialismos preparam guerras ajudados por cientistas. Surgem bactérias ditas de laboratória que possuem enorme poder de destruição. De repente, as teorias de conspiração inventam convivências macabras que intimidam os senhores da globalização que juram inocências cínicas.A sociedade adoece porque virou uma fábrica de inimizades e agressões. A energia negativa empurra visita cavernas diferentes da pensadas pelos gregos. A narrativa escandaliza, pois se apega ao mundo das mercadorias.

A solidão esquisita e solta

As surpresas não se vão. O planeta terra vive momentos inusitados. Há frustrações imensas e interrupções nos planos e projetos programados. Não se trata se algo ligado a um canto do mundo. Tudo se revirou de forma rápida. Não se sabe como refazer a convivência, as especulações ficam sombrias. Mas há sempre uma brecha, mesmo que os delírios tragam dores e fechem as portas de certas esperanças.

É um ensaio de solidão esquisito. Não existem regras claras, o tempo passa com repetições permanentes. Há sonhos para distrair, brincadeiras repentinas, intrigas familiares e cansaço espantoso. O vírus perturba e as pessoas querem respostas. No entanto, continuam as polêmicas. As religiões proclamam castigos e esquecem o desgaste que acontece nas suas buscas de poder. A mistura de intenções fragiliza, a desconfiança anda solta.

A solidão se expande com o medo da morte. É estranho que apareçam figuras que queiram retomar os fascistas num espaço de dores e falta de perspectivas. Penso, procuro pular cercas, mas sinto que as turbulências acompanham as culturas. A desigualdade persegue e a ciência observa que há limites. Portanto, as saídas são discutidas com ressentimentos e promessas de reforçar atitudes agressivas.

Algumas ruas vazias não expressam o compromisso de diminuir os perigos. A coletividade não se articula, não compreende que é preciso a solidariedade. Subestimou-se. Agora, surge um desencanto, as instituições se despedaçam. Como recomeçar? A solidão é esquisita porque cheia da acasos e alguns a ironizam com ares de perversão afirmados. É impossível negar a tristeza. A história tem suas travessuras e traz pesadelos que adormecem o desejo de fugir do tédio.

O populismo atrai

Jair segura o poder. Já profetizaram sua queda, a imprensa anuncia sua farsas, mas ele consegue um público expressivo. Sua egolatria é gigante. Apossa-se da verdade, não se inibe com a críticas.Segue cercado por fanáticos. Quem o admira espera sempre novas emoções. Desgoverna, mas cobra dos ministro de forma rude. Sente-se bajulado, demite, destrói os argumentos internacionais, embora cometa absurdos.

O Brasil padece, não escapa da desigualdade. Preocupa. Fala-se em genocídio. Jair reúne a família e torna-se um patriarca extensamente protetor. Alguns seguidores provocam os adversários.Há intrigas constantes. As opiniões mudam, pedem que ele renuncie. Diziam que Moro o protegia e garantia sua permanência no poder. Moro sai e monta-se um novo circo, com o apoio de quem gosta das farsas.

Não sou psicanalista. Acredito que Jair tenha vivido durezas e navega no meio de ressentimentos.Chegou a vez de soltar suas vinganças e derrubar seus opositores. Dispensou Moro, a celeuma se propagou, as divisões trouxeram brigas. Um havia ajudado o outro e agora a sociedade se tensiona. Cada um usa sua metodologia e abraça seus discursos exaustivamente preparados para marcar a dispersão.

Moro construiu armadilhas, recebe saudações da sua torcida. É considerado o senhor que detonou a corrupção. Há quem o julgue uma figura impoluta. A luta está se acirrando e o seu fim não chega rápido. Não é fácil. Sobram acusações, porém as incertezas ganham espaços. Jair se afirma popular e um salvador dos pobres. A política ferve, trai, organiza golpes.As adversidades se misturam e ninguém estimula conciliações. Reina a turbulência, o perigo de violências armadas. Moro e Jair prometem jornadas imprevisíveis.