Paul Klee: o afeto roubado e o exílio

                                

                                          QUEM ME VIU NUMA CRUZ,

                                          DEU-ME UMA ESPADA DE MADEIRA

                                          E  UMA ARMADURA DE CRISTAL.

   COM A MADEIRA FIZ UM BARCO SEM VELA

    E NO CRISTAL DESENHEI UM ROSTO INESQUECÍVEL.

                     ERA O EXÍLIO, E  EU NÃO SABIA ONDE NASCER OU MORRER.

                           NO TERRITÓRIO DOS QUE NÃO TÊM IDADE, PLANTEI-ME.

                                

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4 Comments »

 
  • Flávia disse:

    (…) “NO TERRITÓRIO DOS QUE NÃO TÊM IDADE, PLANTEI-ME.”
    Lindo de viver, Antonio!
    Bjs
    Flávia

  • Flávia
    Grato pelas palavras.
    Bjs
    Antonio

  • Emanoel Cunha disse:

    A utilidade de dar formas a vida, nos propõe criarmos conhecimento. Mediante aos passos seguimos e não desvencilhamos de suas instâncias, muitas vezes duras, porém de grande aprendizado para reviver e viver a vida na suas demasiadas inquietudes.

    Abs

  • Emanoel

    Aprender é uma abertura. Ajuda a ultrapassar a mesmice.
    abs
    antonio

 

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