Poema da luta e das noites de Scherezade

 

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Não  há uma ternura  que corteje a violência sem vacilar,

ela vive acidentes, perde-se no meio  de acasos, desconsola-se.

Quem conta a história não navega num único oceano,

mas não apaga  a tempestade, nem se espreguiça na calmaria.

O ruído da solidariedade está desenhado em todas as paredes inquietas,

não é som, mas  uma utopia,sem pactos com apatias covardes e lentas.

O história  se  contrapõe ao sossego encenado, acompanha turbulências inesperadas.

Talvez tenha a arquitetura de sentidos de absurdos esquisitos

entregue aos devaneios fugidios das palavras noturnas de Scherezade.

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