Quem nega? Quem se vai?

A testemunha da luta não se apaga.

vive descontroles e procura sintonias.

Há muitas histórias e poucas verdades.

cheias de labirintos imensos mal construídos.

Sinto que as amarguras moram no cais escuro,

e os navios não cessam de encontrá-las perdidas.

Não esqueça do abraço suspenso e fugidio,

dos desertos urbanos com ruídos de motores.

Negue a imagem de conspiradores destrutivos.

tatue as cores que reacendem ânimos e estrelas,

escrevendo a primeira palavra que anunciou o mundo.

O juízo final está esquina destruída pelos demônios festivos,

os espaços e os tempos celebram incertezas, mas calam com astúcias

inacabadas, refazendo as pinturas que os anjos sacrificaram,.

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