Regina está na vitrine

O governo de Jair montou uma equipe esquisita.Ela muda com declarações debochadas, relembra ditaduras, gosta de ironizar. Existem tensões constantes com a imprensa e as agressões são comuns. Saiu Moro, tudo ficou nublado, os antigos irmãos se chocam. Quem tem razão? O processo se inicia com intrigas radicais. Não há sossego. Regina Duarte se mostra na vitrine, elogia Jair e nem sabe qual será seu caminho. Regina, a namoradinha do Brasil.

A sociedade recebe discursos com espanto. A memória não se cala. Regina se acha poderosa, porém os ressentimentos estão acesos. A epidemia não é brincadeira. Há descontroles, mortes, horrores. Cada cidade vive agonias. Não se trata só de morbidez. Jair tem parceiros, prepara visitas, sacode a poeira no olhas de quem quer lucidez. Não responde as perguntas, não possui planejamentos, vibra com suas plateias, adora cercadinhos.

Regina empolga-se.Fez sucesso. Era feiticeira da Globo. Hoje, traça política junto de figuras obscuras. Não observa o tamanho da desigualdade. A cultura se fragiliza, quando deveria ser uma cenário de polêmica e invenções. Compreender? Quem se compromete de livrar o Brasil de tantos abismos? Os tropeços de Regina marcam, seus êxitos se confundem, ela anda pisando na crítica e se colocando soberana. Qual o seu fôlego?

Se o caos continua firme, espera-se reação. Por que silêncios se a degradação é imensa? A contabilidade de mercadorias tenta anular as dissonâncias na saúde. Dói. Damares, Guedes, Regina desmontam o desejo de seguir por outras estradas.São delirantes. Estão numa vitrine, se exibem, expandem messianismos, Jair se torna profeta. Os pastores vendem milagres, desfiam o sagrado, inquietam com seus vazios enganadores e milionários.

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