Sabedorias íntimas

Não queriam que desenhasse o sossego.

Havia bravura e covardia, temia-se o desgoverno.

Contei, então, o tempo que faltava no espaço do sem sentido

e medi as palavras com o peso da tristeza.

Sabia que o mundo não pertence a deuses, nem demônios,

tinha que arrancar as profecias  das pedras arruinadas.

E inventava a história da eternidade vivida,

desfazendo o futuro, adormecendo no nunca.

O ânimo duvidava da solidão e buscava universos.

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