Salvador Dali: o último dia

                      

                               O último dia é a sombra inquieta do vivido.

                               Não existe ponto final determinado, nem desejo solto

                               sem a fronteira do limite. 

                               A difícil trajetória de cada um não sintetiza o tamanho do     

                               futuro, nem o anúncio de apocalipses anônimos.

                               Fechando as gavetas vazias dos armários antigos,

                              visitamos um tempo que nunca vimos nos espelhos.

                              O vasto olhar da eternidade é incômodo, como as profecias

                               rebeldes de Prometeu.

                                 

PS: Boa sorte em 2012, leituras cheias de fantasias e encontros.

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2 Comments »

 
  • Emanoel Cunha disse:

    O tempo não são coisas finitas. Os dias é uma passagem que, circunstanciadas em momentos de reflexão, nos dar no seu entendimento tal qual ele é. É uma invenção humana como as demais matérias existentes no mundo.

    Criamos e Moldamos a vida, dando ressignificação a suas questões titubeantes e transloucadas, pois vivemos em constante transformação.

    abs

  • Emanoel

    O tempo tem complexidade e se redefine. Há continuidades, mas também desejos firmes de mudanças.
    abs
    antonio

 

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